Primeiro, deve-se colocar o(s) membro(s) num saco plástico e fechar bem. Não colocar água.
Colocar gelo na parte de fora e, se possível, abrigar em um isopor. O gelo pára o metabolismo celular e impede a criação de bactérias.
Em muitos casos, mesmo após 24 horas, é possível o reimplante. O médico Takaki aconselha mandar o membro amputado, pois é o especialista quem decide a viabilidade ou não do implante.
No local ferido, pôr uma compressa para impedir o sangramento.
Não fazer torniquetes, porque se apertar muito, pode danificar vasos sanguíneos e nervos. Se deixar o torniquete frouxo, o ferimento sangra demais.
Caso o paciente venha de outras localidades para Londrina, fazer comunicação prévia com o hospital. A preparação da equipe e do paciente leva, em média, duas horas. (F.F.)

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