Uma operação conjunta entre as políciais Civil e Militar controlou, ontem por volta das 19 horas, uma de rebelião na Cadeia Pública de Cornélio Procópio. Os presos se rebelaram por volta das 16 horas devido a problemas administrativos na liberação de visitas íntimas. Informações não-oficiais davam conta que alguns presos ficaram feridos durante o motim. Não houve mortos.

Os rebelados exigiram a presença do juiz da comarca de Cornélio Procópio, Marcelo Ferreira, e do promotor de Justiça João Eduardo Fonseca. Os delegados Elaine Ribeiro e Agenor Nascimento Filho também participaram das negociações.

Os presos, que estavam na parte inferior da cadeia, quebraram toda a estrutura do pavilhão. A polícia precisou utilizar bombas de efeito moral para controlar a movimentação dos detentos.

Toda a quadra da Cadeia Pública foi isolada e aproximadamente 10 viaturas, junto com o Grupo de Operações Especiais (GOE), policiais civis e militares impediram o acesso ao local.

Os detentos tentaram fugir por um buraco escavado durante a rebelião, mas foram impedidos pela polícia. A cadeia de Cornélio Procópio abriga cerca de 80 presos.

O Corpo de Bombeiros foi acionado para socorrer os feridos durante o motim.

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