O sobrinho da princesa Cristina de Orleans e Bragança pode ser indiciado na semana que vem pelo furto de vários objetos que desapareceram do Palácio Grão-Pará, a residência oficial da família real em Petrópolis (RJ). Pedro Tiago de Orleans e Bragança, de 22 anos, é acusado de vender peças de um serviço de porcelana, um colar de esmeraldas, bandejas de prata e uma estatueta de prata em formato de um cachorro.
Os objetos foram vendidos para antiquários da região serrana do Rio de Janeiro. Uma parte (68 peças do serviço de porcelana) foi recuperada por Pedro Carlos, pai de Pedro Tiago e irmão de Cristina, na tentativa de abafar o caso. Elas já haviam deixado o Rio e estavam sendo oferecidas no antiquário Luis Machado Mello, em São Paulo. A recuperação dos objetos, no entanto, não evitou que a princesa Cristina registrasse ocorrência do furto na 105ª Delegacia de Polícia (Petrópolis), no último dia 17.
Segundo o delegado Murilo Montanha, o indiciamento de Pedro Tiago deve ocorrer na semana que vem, depois que ele prestar depoimento.
Com a divulgação do furto nos jornais, os dois (pai e filho) viajaram para o Rio.

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