Principais fragilidades
A versão nacional da Agenda 21 divide as fragilidades e potencialidades brasileiras em seis temas básicos. Uma das principais fragilidades brasileiras, de acordo com a avaliação de Maria do Carmo Bezerra, representante do Ministério do Meio Ambiente na CPDS, são as desigualdades sociais. No documento específico, propõe-se, por exemplo, o reforço à agricultura familiar como geradora de renda e trabalho, com a criação de microcréditos e de pequenas agroindústrias, capazes de agregar valor à produção primária.
Outra sugestão é o investimento na educação básica. Segundo o documento, a baixa qualidade da educação brasileira não é só uma questão de recursos financeiros. O Brasil investe 3,7% do Produto Interno Bruto (PIB) na educação, um percentual certamente menor do que o do Japão (4,9%) e dos Estados Unidos (5,2%), mas igual ao do Chile, e maior do que o da Espanha, onde a situação do ensino não é tão precária. (A.E.)





