Pretextato assume o TRT sexta-feira
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segunda-feira, 08 de dezembro de 1997
Leandro Donatti 
Curitiba
DivulgaçãoDesafogaPretextato Taborda Ribas Netto: Precisamos fazer um novo estudo das áreas que serão beneficiadas com as novas JuntasO Tribunal Regional do Trabalho (TRT) do Paraná troca de comando esta semana. O juiz Pretextato Taborda Ribas Netto assumirá a presidência na sexta-feira, às 17 horas, em solenidade na sede do Tribunal em Curitiba. Ele substituirá José Fernando Rosas, que deixa a direção depois de cumprir mandato de dois anos.
Taborda Ribas Netto diz que vai dar continuidade à gestão de Rosas. A principal medida anunciada pelo novo dirigente é intensificar o sistema de comunicação eletrônico de dados entre as juntas de conciliação e julgamento do interior e a sede do TRT em Curitiba.
Londrina e Maringá já estão ligadas ao novo sistema, denominado WAN, informa o dirigente. A rede de computadores das cinco Juntas de Londrina e das quatro de Maringá têm acesso remoto às informações processuais do Tribunal, o que permitirá consultas em tempo real aos trâmites dos recursos. A transmissão de dados, que permite consultas sobre ações judiciais, deve ocorrer a partir de cinco pólos (Cascavel será o próximo), com centralização em Curitiba.
O novo presidente do TRT/PR pretende ainda tocar as obras do Tribunal em Ponta Grossa e Umuarama e dar andamento às reformas das sedes em Campo Mourão, Cianorte, Jacarezinho e Wenceslau Braz. Outro projeto que será colocado em prática é o que amplia o número de Juntas no Paraná. Atualmente, o Estado possui 61 juntas de conciliação. A idéia é criar outras 15.
Taborda Ribas Netto explica que o projeto já está pronto, mas aguarda apreciação do Órgão Especial do Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília, desde 1994. O que precisamos fazer é um novo estudo de quais as áreas que serão beneficiadas com as novas Juntas de Conciliação, diz.
Ele aposta na qualificação dos funcionários e dos juízes para suprir a dificuldade de aumentar o quadro de servidores à disposição do Tribunal. Promoveremos seminários e congressos para aumentarmos a capacidade de julgamento do TRT, diz.


