Cu­ri­ti­ba - ­Dois ho­mens fo­ram pre­sos em fla­gran­te, por re­cep­ta­ção, on­tem, na re­gião de ­União da Vi­tó­ria, sus­pei­tos de ven­de­rem do­na­ti­vos des­ti­na­dos às ví­ti­mas das en­chen­tes em San­ta Ca­ta­ri­na. H.R., 61 ­anos, e M.W., 43, são tio e ami­go de um ho­mem, pre­so, na ter­ça-fei­ra, em Rio Ne­gri­nho (SC), por ven­der rou­pas doa­das.
  De acor­do com o de­le­ga­do ad­jun­to de ­União da Vi­tó­ria, Jo­nas Pei­xo­to do Ama­ral, a tro­ca de in­for­ma­ções en­tre as po­lí­cias de San­ta Ca­ta­ri­na e do Pa­ra­ná fi­ze­ram com que os sus­pei­tos fos­sem de­ti­dos. H.R. foi pre­so na zo­na ru­ral de Pau­la Frei­tas (23 km a les­te de ­União da Vi­tó­ria) e o ou­tro no bair­ro São Cris­tó­vao, em ­União da Vi­tó­ria.
  To­das as pe­ças de rou­pa es­ta­vam den­tro das ca­sas e es­ta­riam sen­do ven­di­das clan­des­ti­na­men­te. ‘‘­Eles dis­se­ram que o ra­paz pre­so em SC trou­xe as rou­pas pa­ra ­eles, mas que não sa­biam o pro­du­to era ­donativo’’, con­ta o de­le­ga­do.
  Pa­ra ele, a du­pla re­ce­beu as rou­pas há ­dois ­dias e não te­ve tem­po pa­ra co­me­çar as ven­das. Os pro­du­tos de­vem ser de­vol­vi­do ao es­ta­do vi­zi­nho. H.R. dis­se ao de­le­ga­do que re­ce­be­ria 30% dos lu­cros da ven­da. M.W. não dis­se quan­to ga­nha­ria. Os ­dois de­vem fi­car de­ti­dos na de­le­ga­cia da ci­da­de.

mockup