Presos por oferecer falso emprego nos EUA
Atualizado em 15 de agosto de 2025
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Atualizado em 15 de agosto de 2025
Folhapress 
São Paulo- A Polícia Civil de São Paulo prendeu mais duas pessoas apontadas como mentoras de uma quadrilha acusada de fraudar o sistema de concessão de vistos para trabalho temporário nos Estados Unidos. Os dois estavam foragidos desde que o Ministério Público desmontou o esquema, na última segunda-feira, e prendeu 11 suspeitos. A quadrilha fez cerca de 9 mil vítimas e movimentou aproximadamente R$ 90 milhões nos últimos sete anos. Sean Michael Michele, 29, foi preso anteontem em frente a sua casa, na Vila Ema, região da Penha, zona leste de São Paulo.
Segundo o delegado titular do aeroporto de Guarulhos, Carlos Alberto Mezher, por ser cidadão americano, Michele era responsável por fazer a ponte entre empresas brasileiras e os Estados Unidos. “Ele viajava várias vezes por ano entre os dois países”, disse. De acordo com o delegado, Michele morava no Brasil e tinha RNE (Registro Nacional de Estrangeiros).
Outro suspeito, R.D.C., foi preso ontem na porta de uma universidade na Liberdade, região central de São Paulo, informou o Ministério Público. Cinco das 18 pessoas denunciadas (acusados formalmente) na chamada Operação Anarquia permanecem foragidas.
Por meio de diversas empresas, a quadrilha cobrava entre R$ 10 mil e R$ 15 mil para agenciar o trabalho de brasileiros em hotéis, restaurantes e indústrias nos Estados Unidos. Quando chegavam ao país, porém, as vítimas do golpe não encontravam trabalho ou moradia, e, em situação ilegal, dependiam de parentes ou amigos para voltar ao Brasil. São Paulo- A Polícia Civil de São Paulo prendeu mais duas pessoas apontadas como mentoras de uma quadrilha acusada de fraudar o sistema de concessão de vistos para trabalho temporário nos Estados Unidos. Os dois estavam foragidos desde que o Ministério Público desmontou o esquema, na última segunda-feira, e prendeu 11 suspeitos. A quadrilha fez cerca de 9 mil vítimas e movimentou aproximadamente R$ 90 milhões nos últimos sete anos. Sean Michael Michele, 29, foi preso anteontem em frente a sua casa, na Vila Ema, região da Penha, zona leste de São Paulo.
Segundo o delegado titular do aeroporto de Guarulhos, Carlos Alberto Mezher, por ser cidadão americano, Michele era responsável por fazer a ponte entre empresas brasileiras e os Estados Unidos. “Ele viajava várias vezes por ano entre os dois países”, disse. De acordo com o delegado, Michele morava no Brasil e tinha RNE (Registro Nacional de Estrangeiros).
Outro suspeito, R.D.C., foi preso ontem na porta de uma universidade na Liberdade, região central de São Paulo, informou o Ministério Público. Cinco das 18 pessoas denunciadas (acusados formalmente) na chamada Operação Anarquia permanecem foragidas.
Por meio de diversas empresas, a quadrilha cobrava entre R$ 10 mil e R$ 15 mil para agenciar o trabalho de brasileiros em hotéis, restaurantes e indústrias nos Estados Unidos. Quando chegavam ao país, porém, as vítimas do golpe não encontravam trabalho ou moradia, e, em situação ilegal, dependiam de parentes ou amigos para voltar ao Brasil.
Atualizado em 15 de agosto de 2025.


