Preso por incêndio criminoso
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sexta-feira, 19 de janeiro de 2007
Fábio Galão<br>Equipe da Folha 
Curitiba - Policiais de Fazenda Rio Grande (Região Metropolitana de Curitiba) prenderam no final da tarde de anteontem Marco Aurélio Gonçalves Pinho, 30 anos, acusado de participar do incêndio criminoso da sede da Promotoria de Investigações Criminais (PIC), em Curitiba, ocorrido em dezembro de 2000. Segundo a Polícia Civil, Pinho foi detido em sua casa, localizada no bairro Iguaçu.
''Ele havia fixado residência no município e estava trabalhando como segurança'', disse o delegado Antônio Rocha. Pinho tinha contra si dois mandados de prisão. Na tarde de ontem, ele seria transferido para o Centro de Triagem de Piraquara.
Na semana passada, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou pedidos de habeas-corpus para dois dos condenados pelo incêndio na PIC. O advogado Antônio Pellizzetti e o ex-policial civil Mauro Canuto requisitavam que os efeitos de um habeas-corpus concedido individualmente a outro acusado, Ademir Leite Cavalcanti, fossem extendidos a eles.
Cavalcanti, Pellizzetti, Canuto e outras cinco pessoas foram denunciadas por roubo qualificado, incêndio doloso qualificado e inutilização de documentos. A denúncia foi distribuída à 2 Vara Criminal de Curitiba. Cavalcanti, Pellizzetti e Canuto foram absolvidos. O Ministério Público estadual apelou. O Tribunal de Justiça do Estado deu parcial provimento e condenou Pellizzetti, Canuto e Cavalcanti.
Vereador - Ontem, a Polícia Civil de Fazenda Rio Grande divulgou que na sexta-feira da semana passada foi preso no município um adolescente de 17 anos suspeito de ter assassinado o vereador Miro Siqueirense (PP), crime ocorrido em agosto do ano passado. Segundo a polícia, o jovem confessou ter feito um trato, no valor de R$ 6 mil, para matar o vereador. Entretanto, o adolescente não quis informar quem encomendou o assassinato.


