Brasília, 24 (AE) - O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Wagner Pimenta, está, neste momento, encaminhando à Câmara um projeto de lei propondo uma antecipação (abono) salarial para os ministros do órgão, no valor da diferença entre os subsídios que eles recebem atualmente (R$ 7.200,00 brutos, acrescidos de 1% ao ano por tempo de serviço, o que perfaz em torno de R$ 10 mil brutos) e os subsídios máximos de um ministro de tribunal superior, que é de R$ 12.084,00 (5% abaixo do salário máximo de ministro do Supremo Tribunal Federal). A antecipação proposta atinge os 2.500 juízes do Trabalho do País, observada a proporcionalidade da Lei 9.655, de 1998, que estabeceu uma diferença salarial de 5% entre uma e outra instância da Justiça do Trabalho. Por esta proporcionalidade, os juízes dos tribunais regionais do Trabalho (TRTs), por exemplo, recebem subsídio 5% abaixo daquele percebido pelos ministros do TST.

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