São Paulo, 27 (AE) - O presidente da Universidade de Tel Aviv, em Israel, Itamar Rabinovich, que estará no País entre os 7 e 8 de outubro, para assinatura de acordos de intercâmbio, defende a tese de que "a universidade não tem necessidade de uma revolução, mas sim de uma evolução".
Rabinovich é um dos idealizadores do plano de paz para o Oriente Médio. Ele virá ao País para assinar intercâmbios com a Universidade de São Paulo (USP), o Hospital Israelita Albert Einstein e o Ibmec Educacional. Especialista em história, ele defende a tese de que é preciso ser realista quando se pensa a respeito de planos futuros, melhorias e inovações na universidade. "Uma universidade é definida por sua vitalidade e sua busca por renovação e progresso", disse. "Mas as transformações devem ser introduzidas com sensibilidade e moderação; em ciência e saber, a excelência é enganadora e transitória, díficil de conseguir-se e fácil de se perder."

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