O presidente da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), Wilson Sella, descartou a possibilidade dos tanques do aterro sanitário terem transbordado chorume e provocado a mortandade de peixes no Ribeirão Periquito. ''É uma denúncia sem provas'', disse ele, sobre a suposição dos agricultores de que resíduos líquidos do aterro teriam sido responsáveis pela poluição do rio.
O presidente da CMTU esteve ontem no aterro sanitário para verificar se houve alteração no sistema. ''Não houve transbordo. O chorume está contido nas células'', argumentou. A hipótese de contaminação das águas do ribeirão através do lençol freático também foi descartada por ele. ''O solo argiloso é impermeável. Historicamente, de acordo com Sella, não há registro de contaminação desta maneira.
Além disso, afirmou o presidente da CMTU, o volume de chuva que caiu nos últimos dias não afetou a canalização das galerias pluviais. Para ele, as causas da mortandade de peixes não estão dentro do aterro. ''É preciso verificar na região se existem outros emissores de poluição'', concluiu.

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