Brasília, 28 (AE) - A presidência da Comissão Mista do Congresso que vai examinar a medida provisória do salário mínimo ficará entre o presidente do PMDB, Jáder Barbalho, e o senador Ney Suassuna (PMDB-PB), há pouco indicados pela liderança do partido para integrar a comissão. O PMDB indicou, ainda, seu líder na Câmara, deputado Geddel Vieira Lima (BA), para reforçar a posição do partido na comissão.
A liderança do PFL na Câmara indicou o deputado Luiz Antônio de Medeiros (SP), autor da idéia do mínimo equivalente a US$ 100,00 e contra o mínimo de R$ 151,00, e os senadores do partido a integrar a comissão serão Paulo Souto (BA), ligado ao senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA), e José Jorge (PE), ligado ao presidente do PFL, Jorge Bornhausen (SC), mais afinado com o Palácio do Planalto na questão no mínimo. O PT indicou o deputado Paulo Paim (RS), e o bloco oposicionista no Senado será representado pela senadora Heloísa Helena (PT-AL). O PPB terá o deputado Ricardo Barros (PR) e o senador Leomar Quintanilha (TO). Só falta agora o PSDB indicar seus representantes na comissão, o que deverá acontecer logo mais.
PSDB - O líder do PSDB na Câmara, deputado Aécio Neves (MG), e o deputado Pedro Henry (MT), ex-presidente da Comissão de Trabalho da Câmara, serão os representantes do PSDB na comissão mista do Congresso. Como suplentes, o bloco PSDB/PTB indicou os deputados Roberto Jefferson (PTB-RJ) e Jovair Arantes (PTB-GO).