Prazo de inquérito pode ser estendido
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terça-feira, 30 de julho de 2013
Rubens Chueire Jr.<br>Reportagem Local 
Curitiba - A investigação sobre o assassinato da adolescente Tayná Adriane da Silva, de 14 anos, segue em ritmo acelerado e, de acordo com o delegado responsável pelo caso, Guilherme Rangel, 90 pessoas já foram ouvidas desde que o inquérito foi reiniciado, há três semanas.
Com o volume de provas que ainda estão sendo analisadas, ele afirmou que pode pedir a prorrogação do prazo para apresentar a conclusão do inquérito. A Polícia Civil tem até 15 de agosto para concluir os trabalhos, mas a data pode ser estendida se assim for necessário.
"Estamos fazendo novas diligências e analisando diversos laudos periciais. Nossa equipe conseguiu produzir outras provas, estamos trabalhando incansavelmente e provavelmente devo pedir a extensão do prazo para concluir o inquérito até porque temos que analisar tudo o que está sendo apurado", disse.
Como o caso segue em segredo de Justiça, o delegado não repassou maiores detalhes sobre a investigação da morte da garota, cujo corpo foi encontrado em Colombo (Região Metropolitana de Curitiba).
Sobre o confronto do material genético encontrado em Tayná com os DNAs de outros suspeitos, Rangel apenas afirmou que está com os resultados, mas não pode divulgá-los.
O delegado fez questão de frisar que o trabalho já desenvolvido também culminou na prisão de Everton Aguinaldo da Silva Marques, de 26 anos, acusado de ter matado Gabriele Fidelis de Lima, de 15 anos. O crime ocorreu no dia 9 de março. A equipe investigava Marques para verificar se existia relação com o caso Tayná.


