Curitiba- O presidente do IAP, Rasca Rodrigues, disse ontem que os criminosos estão mais presentes em áreas com remanescentes florestais. ''Há um grande número de empresas madeireiras no Estado. Aqui é um entreposto de filiais de toda a Mata Atlântica'', considerou. Ainda não existe um levantamento do número de madeireiras na região. Estima-se que entre fantasmas, registradas e atuando informalmente existam cerca de 1,6 mil empresas.
O secretário de Estado de Segurança Pública, Luiz Fernando Delazari, disse ontem que a força-tarefa tem como meta ''atacar a frente de crimes econômicos no sul do Paraná, que vão desde a falsificação de notas e de guias de pagamento de impostos até o corte e a exportação de madeira de forma indiscriminada''. Delazari garantiu que as investigações começam pelo sul, mas deverão se estender por todo o Estado. ''Nosso objetivo é inibir as práticas criminosas e fazer dossiês que comprovem as irregularidades que aconteceram e sirvam de base para processos criminais e inquéritos policiais. Vamos fazer um combate sistemático e metodológico'', disse ele.(L.P.)

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