Posse no banco foi uma das mais disputadas
Brasília, 23 (AE) - O economista Andrea Calabi tomou posse na presidência do BNDES no dia 30 de julho do ano passado, numa das mais concorridas cerimônias da história do banco.
Estavam presentes sete ministros, além dos presidentes do Banco Central, Armínio Fraga, e do Banco do Brasil, Paolo Zaghen. Políticos, empresários e executivos do mercado financeiro fizeram fila de uma hora e meia para cumprimentar Calabi, de olho nos R$ 20 bilhões em empréstimos do BNDES.
No discurso, Calabi, que acabara de deixar a presidência do Banco do Brasil, afirmou que não havia contradição entre ser austero e crescer estruturalmente. "Desde 1994, o objetivo último do presidente Fernando Henrique é o desenvolvimento econômico e social", disse.
Ele prometeu que o banco continuaria apoiando financeiramente processos de fusões e aquisições e poderia "até bancar compradores".
Anunciou, como setores prioritários, os de eletroeletrônicos, siderurgia, petroquímica, mineração, papel e celulose, telecomunicações e têxtil.





