Santos, SP, 21 (AE) - - Cerca de 60 portuários cruzaram os braços na manhã de hoje, em protesto contra a escalação de trabalhadores feita pelo àrgão Gestor de Mão-de-Obra (Ogmo), que passou a assumir a tarefa que antes era executada pelos sindicatos da área. Com a paralisação, cinco navios atracados no cais da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) deixaram de ser operados no período das 7 às 13 horas.
Pelo menos 33 mil toneladas de mercadorias diversas, como açúcar, carga frigorificada e contêineres não puderam ser embarcadas no período da manhã, enquanto os representantes do Ogmo tratavam de negociar com os sindicatos portuários para que os trabalhadores voltassem às suas atividades. O protesto só terminou quando os representantes do Ogmo concordaram em contratar oito trabalhadores para fazer a escalação, por um período de 90 dias, em sistema de rodízio.
Com o acordo, as atividades portuárias foram retomadas a partir das 13 horas, quando o maior porto da América Latina voltou a operar a plena carga.

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