Porto abre espaço para guardar soja transgência
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segunda-feira, 06 de agosto de 2007
Andréa Bertoldi<BR>Equipe da Folha 
Curitiba- Hoje, deve sair do Porto de Paranaguá o último navio com soja convencional que estava armazenada no silo público. Este tipo de soja precisa ser retirado do silo para dar lugar ao produto transgênico. Ao fazer essa operação, a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) atende a uma decisão judicial da presidente do Tribunal Regional Federal da 4 Região (TRF4), desembargadora Silvia Maria Gonçalves Goraieb, do último dia 20 de julho. Ela determinou que a soja geneticamente modificada seja armazenada no silo público. Ao todo, 32 mil toneladas de soja convencional serão embarcadas em dois navios.
Para que o silo seja totalmente liberado para a soja geneticamente modificada, ainda é preciso que o Sindicato dos Operadores Portuários (Sindop) determine um armazém privado para guardar 2.834 toneladas de soja convencional que hoje estão no silo público. Este montante é uma sobra técnica que será destinada para um leilão do Provopar. O porto está negociando com o Sindop onde vai ficar essa carga até que o leilão aconteça.
A soja do silo público foi embarcada em dois navios. O Song Hai veio de Santos e já saiu com destino à Holanda. O segundo navio é o Sibulk Premier que terminaria o carregamento ontem. Esta embarcação tem como origem Portland (EUA) e como destino a China.


