Em Lon­dri­na e re­gião, 130 in­ves­ti­ga­do­res, es­cri­vães e fun­cio­ná­rios do se­tor de iden­ti­fi­ca­ção per­ma­ne­ce­ram sem tra­ba­lhar e so­men­te os ser­vi­ços es­sen­ciais, co­mo a guar­da de pre­sos, fun­cio­na­ram. Já o preen­chi­men­to de bo­le­tins de ocor­rên­cia fi­cou a car­go da Po­lí­cia Mi­li­tar.
  Con­for­me o in­ves­ti­ga­dor Pau­lo Ser­gio Ma­ga­lhães, di­re­tor de co­mu­ni­ca­ção do Sin­di­ca­to dos Po­li­ciais Ci­vis de Lon­dri­na e Re­gião (Sin­di­pol), há cin­co ­anos a ca­te­go­ria es­pe­ra a apre­sen­ta­ção de um pla­no de car­gos e sa­lá­rios pe­lo go­ver­no do es­ta­do. ‘‘Ho­je, o sá­la­rio ba­se de um in­ves­ti­ga­dor é de R$ 800, que com a de­di­ca­ção ex­clu­si­va so­be pa­ra R$ 1,6 ­mil’’, cal­cu­lou Ma­ga­lhães. Se­gun­do ele, atual­men­te exis­tem en­tre 70 e 80 po­li­ciais ci­vis atuan­do em Lon­dri­na. Vá­rias pes­soas fo­ram até a 10ªSub­di­vi­são Po­li­cial (SDP), on­de al­guns po­li­ciais es­ta­vam con­cen­tra­dos, mas en­con­tra­ram as por­tas fe­cha­das. (Ma­ria­na Gue­rin/Re­por­ta­gem Lo­cal)

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