População faz autoavaliação da saúde
PUBLICAÇÃO
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Agência Graffo 
Belo Horizonte - A autoavaliação do estado de saúde é considerada um indicador válido e relevante do estado de saúde de indivíduos e de populações. Esse indicador tem se revelado fortemente correlacionado com medidas objetivas de morbidade e de uso de serviços, constituindo-se um quesito poderoso da mortalidade independente de fatores médicos, comportamentais e psicossociais.
No entanto, esse poder apresenta limitações, sendo fortemente influenciado por contextos sociais e culturais. A auto-avaliação da saúde, obtida com uma única questão que pede para o indivíduo classificar seu estado de saúde em excelente, bom, regular ou ruim, tem sido amplamente utilizada em inquéritos de saúde.
De obtenção simples, a resposta a esta questão produz uma classificação global do estado de saúde capaz de captar, além de sinais e sintomas de doenças (diagnosticadas ou não por profissional de saúde), o impacto que essas doenças geram no bem-estar físico, mental e social dos indivíduos.
A frequência de adultos que auto-avaliou o estado de saúde como ruim variou entre 2,4% em Palmas e 7,5% em Macapá. No sexo masculino, as maiores frequências foram observadas em Manaus (6,4%), Macapá (6,1%) e Aracaju (4,4%) e as menores em Palmas (1,1%), Porto Alegre e São Luís (1,7%) e Recife e (2%). Entre mulheres, as maiores frequências foram observadas em Porto Velho (10%), Maceió (9,3%) e Macapá (8,9%) e as menores em Vitória (2,8%), João Pessoa (3,3%) e Aracaju (3,5%).


