Curitiba- Estudo epidemiológico realizado em Curitiba mostra que a cobertura vacinal contra hepatite A em estudantes de escolas particulares é de 34,5%. Uma das conclusões do estudo mostra a necessidade de orientar os pediatras e familiares sobre os riscos da doença e os benefícios da vacinação.
Apesar de a maioria dos casos de hepatite A em crianças ter evolução benigna e auto-limitada, a doença é responsável por mais de 39% dos transplantes de fígado em crianças entre 2 meses e 15 anos de idade na região sul do Brasil.

Outro dado importante é que, desde 1997, a vacina contra a hepatite A tem sido recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria para crianças saudáveis acima de 1 ano de idade. No entanto, ela ainda não faz parte do Programa Nacional de Imunização (PNI) do governo federal.

Outra pesquisa, encomendada pelo Ministério da Saúde, e realizada pela Santa Casa de São Paulo e o Instituto de Medicina Tropical da USP, mostra que só 45% dos bebês no país recebem a primeira dose da vacina contra hepatite B até 48 horas após o nascimento - medida que impede a transmissão entre mãe e filho.

O estudo feito em 2008 foi conduzido por pesquisadores da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e do Departamento de Saúde Pública da Universidade Federal do Paraná, com apoio da Sanofi Pasteur.

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