Policial é executado em assalto a revenda de automóveis
Agência Estado
De São Paulo
Um assalto à revendedora de automóveis da Avenida Nordestina, nº 5591, em Guaianazes, na zona leste de São Paulo, ocorrido às 18h15 de anteontem, terminou com a morte do proprietário, o policial militar Osvaldo Nunes de Melo, de 31 anos, executado com tiros na cabeça, quando estava de bruços, no chão, dominado pelos dois ladrões. A fuga aconteceu numa caminhonete Saveiro, que tinha sido roubada em São Bernardo do Campo.
Também anteontem, por volta das 20h30, foi morto o representante comercial Lúcio Garcia Neto, de 37 anos, em frente ao prédio em que residia e mantinha seu escritório, na Rua Aguapeí, 235, no Tatuapé, zona leste. Ele conversava com uma vizinha, quando aproximaram-se três ou quatro homens, de armas em punho. Ao avistá-los, Lúcio tentou correr e tiros foram disparados. Socorrido, ele morreu no Pronto-Socorro do bairro. Para os policiais, nada indica que tenha ocorrido tentativa de roubo.
Em São Mateus (zona leste de São Paulo), o estudante Júlio Paulo dos Santos, 16 anos, foi atingido por quatro tiros a caminho do colégio. O crime ocorreu às 19h50 de anteontem. Júlio, que foi baleado na face, coxa direita, peito e antebraço direito, morreu no local.
Acidente fatalUma pessoa morreu com o choque entre uma carreta que transportava cimento e uma motocicleta, na manhã de ontem, na Avenida Brasil, no Rio. Elison Aguiar Penna dirigia a motocicleta quando foi atingido pela carreta desgovernada, morrendo no local. Durante toda a manhã, as pistas em direção ao Centro ficaram congestionadas. O engarrafamento chegou a quinze quilômetros.
O acidente ocorreu na altura de Manguinhos (zona norte), por volta das 6 horas. A carreta ia em alta velocidade, de Volta Redonda (Região do Médio Paraíba) em direção a Cachoeiras de Macacu (Região das Baixadas Litorâneas). O veículo tombou e lançou a motocicleta junto à mureta que divide as pistas.
Segundo a Secretaria Municipal de Obras, o número de acidentes no trecho final da Avenida Brasil deve diminuir com o recebimento de verba do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para realização de obras de manutenção. A verba já foi aprovada e depende apenas de liberação do Banco Central.





