A Polícia Militar foi chamada no início da noite desta terça-feira (16) para verificar uma festa que acontecia em uma chácara na rua Lago Vitória, no jardim Morada do Sol, em Cambé. Segundo o que os agentes escreveram no boletim de ocorrência, o evento era "de grandes proporções" e tinha "som alto e aglomeração de pessoas".

Imagem ilustrativa da imagem Polícia Militar acaba com festa regada a álcool e drogas em Cambé
| Foto: Reprodução/Prefeitura de Cambé

Uma das organizadoras autorizou a entrada da equipe, que encontrou "vestígios de droga pelo chão, bebidas alcoólicas e 25 frascos do chamado loló". É um tipo de entorpecente preparado com substâncias químicas, como éter. Uma mulher de 34 anos admitiu ser a dona dos materiais e foi levada para a delegacia. Ela confessou que levou os produtos "para todos usarem".

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| Foto: Reprodução/Prefeitura de Cambé

A PM encontrou cerca de 30 pessoas na propriedade. O delegado Paulo Henrique Costa autuou a suspeita pelo artigo 268 do Código Penal, que é infringir a determinação do poder público para impedir a propagação de doença contagiosa. A pena varia de um mês a um ano de prisão, além de multa. Para a Polícia Civil, ela também deve responder por tráfico. A mulher permanece presa no setor de carceragem temporária da Delegacia de Cambé.

Medidas restritivas

Na semana passada, os prefeitos de Cambé, Londrina, Rolândia e Ibiporã se uniram e assinaram um decreto implantando diversas restritivas. De acordo com o fiscal Samuel Silva, do Departamento de Posturas da administração cambeense, o proprietário do local que sediou o evento foi multado em mais de cinco mil reais por desrespeito à lei seca, que proíbe o consumo de bebidas alcoólicas.

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| Foto: Reprodução/Prefeitura de Cambé

A jovem que se identificou como organizadora da festa clandestina também foi autuada. Ela deve pagar R$ 800 por conta da aglomeração. Os dois podem recorrer das infrações. A chácara foi interditada pela Vigilância Sanitária.

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