Rio, 24 (AE) - Policiais da Corregedoria Geral da Polícia Civil estouraram hoje à tarde a Clínica Maternidade Maxwell, na Tijuca, zona norte do Rio, onde eram feitos abortos clandestinos há pelo menos dez anos. Na operação, foram presas 25 pessoas, entre funcionários e enfermeiros, e sete mulheres que já haviam passado pela intervenção cirúrgica. A clínica foi descoberta através de uma denúncia anônima à Ouvidoria de Polícia Civil, feita há uma semana. Os abortos eram feitos sob os olhos do sargento da PM Agostinho da Cunha e do cabo José Gonçalves de Azevedo, que faziam segurança do local. Os dois também foram presos e levados para à sede da corregedoria.
Segundo o delegado Allan Turnowski, que comandou a operação, os preços por aborto variavam de R$ 500 até R$ 1,5 mil de acordo com o mês de gestação e a complexidade da gravidez. A clínica realizava até 20 cirurgias por dia. "Apesar de oferecer serviços de obstetrícia, ginecologia e maternidade, a clínica só fazia aborto", afirmou o delegado, que calculou que o movimento financeiro era de, pelo menos, R$ 180 mil por mês.Os policiais chegaram a Maxwell às 15h30 e prenderam em flagrante o dono da clínica Roberto de Moura Jandorro, 2º tenente reformado do Exército, e o médico José Eduardo Ribeiro Pereira. Os dois estavam em uma apertada sala de cirurgia, no segundo andar da clínica, realizando aborto em uma mulher. No local, haviam ainda mais três mulheres recém-operadas em repouso.
"Outras três foram presas no andar térreo, trocando de roupa, e a última estava tomando banho no banheiro", contou Turnowski. No local foram presos oito sugadores e um triturador. Todo o material foi levado para perícia. Os policiais recolheram ainda material - possivelmente de bebês - para ser submetido à exame no Instituto Médico-Legal (IML). Cabia ao dono da clínica, que é cego do olho esquerdo, fazer o exame de toque nas grávidas
para identificar o tempo de gestação. "Ele era médico do Exército", disse o delegado. Turnowski explicou que tanto Jandorro quanto Pereira vão responder por crime de aborto, e as sete mulheres, por crime de deixar fazer aborto.
A operação na Clínica Maxwell foi a segunda do tipo em menos de um ano. No dia 20 de novembro do ano passado, a polícia fechou o Centro Médico Santo André, na Rua Mariana, em Botafogo, zona sul. Na ocasião, foram presos um médico, três enfermeiras, um segurança e cinco mulheres. Foi encontrado um feto dentro de um vidro e instrumentos usados em abortos. Havia também paredes falsas, que ligavam a clínica ao prédio ao lado. Quinze mulheres estavam no prédio, cinco das quais já haviam passado pela intervenção cirúrgica e dez aguardavam pelo atendimento. Polícia fecha clínica de aborto no Rio Por Murilo Fiuza de Melo
Rio, 24 (AE) - Policiais da Corregedoria Geral da Polícia Civil estouraram hoje à tarde a Clínica Maternidade Maxwell, na Tijuca, zona norte do Rio, onde eram feitos abortos clandestinos há pelo menos dez anos. Na operação, foram presas 25 pessoas, entre funcionários e enfermeiros, e sete mulheres que já haviam passado pela intervenção cirúrgica. A clínica foi descoberta através de uma denúncia anônima à Ouvidoria de Polícia Civil, feita há uma semana. Os abortos eram feitos sob os olhos do sargento da PM Agostinho da Cunha e do cabo José Gonçalves de Azevedo, que faziam segurança do local. Os dois também foram presos e levados para à sede da corregedoria.
Segundo o delegado Allan Turnowski, que comandou a operação, os preços por aborto variavam de R$ 500 até R$ 1,5 mil de acordo com o mês de gestação e a complexidade da gravidez. A clínica realizava até 20 cirurgias por dia. "Apesar de oferecer serviços de obstetrícia, ginecologia e maternidade, a clínica só fazia aborto", afirmou o delegado, que calculou que o movimento financeiro era de, pelo menos, R$ 180 mil por mês.Os policiais chegaram a Maxwell às 15h30 e prenderam em flagrante o dono da clínica Roberto de Moura Jandorro, 2º tenente reformado do Exército, e o médico José Eduardo Ribeiro Pereira. Os dois estavam em uma apertada sala de cirurgia, no segundo andar da clínica, realizando aborto em uma mulher. No local, haviam ainda mais três mulheres recém-operadas em repouso.
"Outras três foram presas no andar térreo, trocando de roupa, e a última estava tomando banho no banheiro", contou Turnowski. No local foram presos oito sugadores e um triturador. Todo o material foi levado para perícia. Os policiais recolheram ainda material - possivelmente de bebês - para ser submetido à exame no Instituto Médico-Legal (IML). Cabia ao dono da clínica, que é cego do olho esquerdo, fazer o exame de toque nas grávidas
para identificar o tempo de gestação. "Ele era médico do Exército", disse o delegado. Turnowski explicou que tanto Jandorro quanto Pereira vão responder por crime de aborto, e as sete mulheres, por crime de deixar fazer aborto.
A operação na Clínica Maxwell foi a segunda do tipo em menos de um ano. No dia 20 de novembro do ano passado, a polícia fechou o Centro Médico Santo André, na Rua Mariana, em Botafogo, zona sul. Na ocasião, foram presos um médico, três enfermeiras, um segurança e cinco mulheres. Foi encontrado um feto dentro de um vidro e instrumentos usados em abortos. Havia também paredes falsas, que ligavam a clínica ao prédio ao lado. Quinze mulheres estavam no prédio, cinco das quais já haviam passado pela intervenção cirúrgica e dez aguardavam pelo atendimento. Polícia fecha clínica de aborto no Rio Por Murilo Fiuza de Melo
Rio, 24 (AE) - Policiais da Corregedoria Geral da Polícia Civil estouraram hoje à tarde a Clínica Maternidade Maxwell, na Tijuca, zona norte do Rio, onde eram feitos abortos clandestinos há pelo menos dez anos. Na operação, foram presas 25 pessoas, entre funcionários e enfermeiros, e sete mulheres que já haviam passado pela intervenção cirúrgica. A clínica foi descoberta através de uma denúncia anônima à Ouvidoria de Polícia Civil, feita há uma semana. Os abortos eram feitos sob os olhos do sargento da PM Agostinho da Cunha e do cabo José Gonçalves de Azevedo, que faziam segurança do local. Os dois também foram presos e levados para à sede da corregedoria.
Segundo o delegado Allan Turnowski, que comandou a operação, os preços por aborto variavam de R$ 500 até R$ 1,5 mil de acordo com o mês de gestação e a complexidade da gravidez. A clínica realizava até 20 cirurgias por dia. "Apesar de oferecer serviços de obstetrícia, ginecologia e maternidade, a clínica só fazia aborto", afirmou o delegado, que calculou que o movimento financeiro era de, pelo menos, R$ 180 mil por mês.Os policiais chegaram a Maxwell às 15h30 e prenderam em flagrante o dono da clínica Roberto de Moura Jandorro, 2º tenente reformado do Exército, e o médico José Eduardo Ribeiro Pereira. Os dois estavam em uma apertada sala de cirurgia, no segundo andar da clínica, realizando aborto em uma mulher. No local, haviam ainda mais três mulheres recém-operadas em repouso.
"Outras três foram presas no andar térreo, trocando de roupa, e a última estava tomando banho no banheiro", contou Turnowski. No local foram presos oito sugadores e um triturador. Todo o material foi levado para perícia. Os policiais recolheram ainda material - possivelmente de bebês - para ser submetido à exame no Instituto Médico-Legal (IML). Cabia ao dono da clínica, que é cego do olho esquerdo, fazer o exame de toque nas grávidas
para identificar o tempo de gestação. "Ele era médico do Exército", disse o delegado. Turnowski explicou que tanto Jandorro quanto Pereira vão responder por crime de aborto, e as sete mulheres, por crime de deixar fazer aborto.
A operação na Clínica Maxwell foi a segunda do tipo em menos de um ano. No dia 20 de novembro do ano passado, a polícia fechou o Centro Médico Santo André, na Rua Mariana, em Botafogo, zona sul. Na ocasião, foram presos um médico, três enfermeiras, um segurança e cinco mulheres. Foi encontrado um feto dentro de um vidro e instrumentos usados em abortos. Havia também paredes falsas, que ligavam a clínica ao prédio ao lado. Quinze mulheres estavam no prédio, cinco das quais já haviam passado pela intervenção cirúrgica e dez aguardavam pelo atendimento. Polícia fecha clínica de aborto no Rio Por Murilo Fiuza de Melo
Rio, 24 (AE) - Policiais da Corregedoria Geral da Polícia Civil estouraram hoje à tarde a Clínica Maternidade Maxwell, na Tijuca, zona norte do Rio, onde eram feitos abortos clandestinos há pelo menos dez anos. Na operação, foram presas 25 pessoas, entre funcionários e enfermeiros, e sete mulheres que já haviam passado pela intervenção cirúrgica. A clínica foi descoberta através de uma denúncia anônima à Ouvidoria de Polícia Civil, feita há uma semana. Os abortos eram feitos sob os olhos do sargento da PM Agostinho da Cunha e do cabo José Gonçalves de Azevedo, que faziam segurança do local. Os dois também foram presos e levados para à sede da corregedoria.
Segundo o delegado Allan Turnowski, que comandou a operação, os preços por aborto variavam de R$ 500 até R$ 1,5 mil de acordo com o mês de gestação e a complexidade da gravidez. A clínica realizava até 20 cirurgias por dia. "Apesar de oferecer serviços de obstetrícia, ginecologia e maternidade, a clínica só fazia aborto", afirmou o delegado, que calculou que o movimento financeiro era de, pelo menos, R$ 180 mil por mês.Os policiais chegaram a Maxwell às 15h30 e prenderam em flagrante o dono da clínica Roberto de Moura Jandorro, 2º tenente reformado do Exército, e o médico José Eduardo Ribeiro Pereira. Os dois estavam em uma apertada sala de cirurgia, no segundo andar da clínica, realizando aborto em uma mulher. No local, haviam ainda mais três mulheres recém-operadas em repouso.
"Outras três foram presas no andar térreo, trocando de roupa, e a última estava tomando banho no banheiro", contou Turnowski. No local foram presos oito sugadores e um triturador. Todo o material foi levado para perícia. Os policiais recolheram ainda material - possivelmente de bebês - para ser submetido à exame no Instituto Médico-Legal (IML). Cabia ao dono da clínica, que é cego do olho esquerdo, fazer o exame de toque nas grávidas
para identificar o tempo de gestação. "Ele era médico do Exército", disse o delegado. Turnowski explicou que tanto Jandorro quanto Pereira vão responder por crime de aborto, e as sete mulheres, por crime de deixar fazer aborto.
A operação na Clínica Maxwell foi a segunda do tipo em menos de um ano. No dia 20 de novembro do ano passado, a polícia fechou o Centro Médico Santo André, na Rua Mariana, em Botafogo, zona sul. Na ocasião, foram presos um médico, três enfermeiras, um segurança e cinco mulheres. Foi encontrado um feto dentro de um vidro e instrumentos usados em abortos. Havia também paredes falsas, que ligavam a clínica ao prédio ao lado. Quinze mulheres estavam no prédio, cinco das quais já haviam passado pela intervenção cirúrgica e dez aguardavam pelo atendimento. Polícia fecha clínica de aborto no Rio Por Murilo Fiuza de Melo
Rio, 24 (AE) - Policiais da Corregedoria Geral da Polícia Civil estouraram hoje à tarde a Clínica Maternidade Maxwell, na Tijuca, zona norte do Rio, onde eram feitos abortos clandestinos há pelo menos dez anos. Na operação, foram presas 25 pessoas, entre funcionários e enfermeiros, e sete mulheres que já haviam passado pela intervenção cirúrgica. A clínica foi descoberta através de uma denúncia anônima à Ouvidoria de Polícia Civil, feita há uma semana. Os abortos eram feitos sob os olhos do sargento da PM Agostinho da Cunha e do cabo José Gonçalves de Azevedo, que faziam segurança do local. Os dois também foram presos e levados para à sede da corregedoria.
Segundo o delegado Allan Turnowski, que comandou a operação, os preços por aborto variavam de R$ 500 até R$ 1,5 mil de acordo com o mês de gestação e a complexidade da gravidez. A clínica realizava até 20 cirurgias por dia. "Apesar de oferecer serviços de obstetrícia, ginecologia e maternidade, a clínica só fazia aborto", afirmou o delegado, que calculou que o movimento financeiro era de, pelo menos, R$ 180 mil por mês.Os policiais chegaram a Maxwell às 15h30 e prenderam em flagrante o dono da clínica Roberto de Moura Jandorro, 2º tenente reformado do Exército, e o médico José Eduardo Ribeiro Pereira. Os dois estavam em uma apertada sala de cirurgia, no segundo andar da clínica, realizando aborto em uma mulher. No local, haviam ainda mais três mulheres recém-operadas em repouso.
"Outras três foram presas no andar térreo, trocando de roupa, e a última estava tomando banho no banheiro", contou Turnowski. No local foram presos oito sugadores e um triturador. Todo o material foi levado para perícia. Os policiais recolheram ainda material - possivelmente de bebês - para ser submetido à exame no Instituto Médico-Legal (IML). Cabia ao dono da clínica, que é cego do olho esquerdo, fazer o exame de toque nas grávidas
para identificar o tempo de gestação. "Ele era médico do Exército", disse o delegado. Turnowski explicou que tanto Jandorro quanto Pereira vão responder por crime de aborto, e as sete mulheres, por crime de deixar fazer aborto.
A operação na Clínica Maxwell foi a segunda do tipo em menos de um ano. No dia 20 de novembro do ano passado, a polícia fechou o Centro Médico Santo André, na Rua Mariana, em Botafogo, zona sul. Na ocasião, foram presos um médico, três enfermeiras, um segurança e cinco mulheres. Foi encontrado um feto dentro de um vidro e instrumentos usados em abortos. Havia também paredes falsas, que ligavam a clínica ao prédio ao lado. Quinze mulheres estavam no prédio, cinco das quais já haviam passado pela intervenção cirúrgica e dez aguardavam pelo atendimento. Polícia fecha clínica de aborto no Rio Por Murilo Fiuza de Melo
Rio, 24 (AE) - Policiais da Corregedoria Geral da Polícia Civil estouraram hoje à tarde a Clínica Maternidade Maxwell, na Tijuca, zona norte do Rio, onde eram feitos abortos clandestinos há pelo menos dez anos. Na operação, foram presas 25 pessoas, entre funcionários e enfermeiros, e sete mulheres que já haviam passado pela intervenção cirúrgica. A clínica foi descoberta através de uma denúncia anônima à Ouvidoria de Polícia Civil, feita há uma semana. Os abortos eram feitos sob os olhos do sargento da PM Agostinho da Cunha e do cabo José Gonçalves de Azevedo, que faziam segurança do local. Os dois também foram presos e levados para à sede da corregedoria.
Segundo o delegado Allan Turnowski, que comandou a operação, os preços por aborto variavam de R$ 500 até R$ 1,5 mil de acordo com o mês de gestação e a complexidade da gravidez. A clínica realizava até 20 cirurgias por dia. "Apesar de oferecer serviços de obstetrícia, ginecologia e maternidade, a clínica só fazia aborto", afirmou o delegado, que calculou que o movimento financeiro era de, pelo menos, R$ 180 mil por mês.Os policiais chegaram a Maxwell às 15h30 e prenderam em flagrante o dono da clínica Roberto de Moura Jandorro, 2º tenente reformado do Exército, e o médico José Eduardo Ribeiro Pereira. Os dois estavam em uma apertada sala de cirurgia, no segundo andar da clínica, realizando aborto em uma mulher. No local, haviam ainda mais três mulheres recém-operadas em repouso.
"Outras três foram presas no andar térreo, trocando de roupa, e a última estava tomando banho no banheiro", contou Turnowski. No local foram presos oito sugadores e um triturador. Todo o material foi levado para perícia. Os policiais recolheram ainda material - possivelmente de bebês - para ser submetido à exame no Instituto Médico-Legal (IML). Cabia ao dono da clínica, que é cego do olho esquerdo, fazer o exame de toque nas grávidas
para identificar o tempo de gestação. "Ele era médico do Exército", disse o delegado. Turnowski explicou que tanto Jandorro quanto Pereira vão responder por crime de aborto, e as sete mulheres, por crime de deixar fazer aborto.
A operação na Clínica Maxwell foi a segunda do tipo em menos de um ano. No dia 20 de novembro do ano passado, a polícia fechou o Centro Médico Santo André, na Rua Mariana, em Botafogo, zona sul. Na ocasião, foram presos um médico, três enfermeiras, um segurança e cinco mulheres. Foi encontrado um feto dentro de um vidro e instrumentos usados em abortos. Havia também paredes falsas, que ligavam a clínica ao prédio ao lado. Quinze mulheres estavam no prédio, cinco das quais já haviam passado pela intervenção cirúrgica e dez aguardavam pelo atendimento. Polícia fecha clínica de aborto no Rio Por Murilo Fiuza de Melo
Rio, 24 (AE) - Policiais da Corregedoria Geral da Polícia Civil estouraram hoje à tarde a Clínica Maternidade Maxwell, na Tijuca, zona norte do Rio, onde eram feitos abortos clandestinos há pelo menos dez anos. Na operação, foram presas 25 pessoas, entre funcionários e enfermeiros, e sete mulheres que já haviam passado pela intervenção cirúrgica. A clínica foi descoberta através de uma denúncia anônima à Ouvidoria de Polícia Civil, feita há uma semana. Os abortos eram feitos sob os olhos do sargento da PM Agostinho da Cunha e do cabo José Gonçalves de Azevedo, que faziam segurança do local. Os dois também foram presos e levados para à sede da corregedoria.
Segundo o delegado Allan Turnowski, que comandou a operação, os preços por aborto variavam de R$ 500 até R$ 1,5 mil de acordo com o mês de gestação e a complexidade da gravidez. A clínica realizava até 20 cirurgias por dia. "Apesar de oferecer serviços de obstetrícia, ginecologia e maternidade, a clínica só fazia aborto", afirmou o delegado, que calculou que o movimento financeiro era de, pelo menos, R$ 180 mil por mês.Os policiais chegaram a Maxwell às 15h30 e prenderam em flagrante o dono da clínica Roberto de Moura Jandorro, 2º tenente reformado do Exército, e o médico José Eduardo Ribeiro Pereira. Os dois estavam em uma apertada sala de cirurgia, no segundo andar da clínica, realizando aborto em uma mulher. No local, haviam ainda mais três mulheres recém-operadas em repouso.
"Outras três foram presas no andar térreo, trocando de roupa, e a última estava tomando banho no banheiro", contou Turnowski. No local foram presos oito sugadores e um triturador. Todo o material foi levado para perícia. Os policiais recolheram ainda material - possivelmente de bebês - para ser submetido à exame no Instituto Médico-Legal (IML). Cabia ao dono da clínica, que é cego do olho esquerdo, fazer o exame de toque nas grávidas
para identificar o tempo de gestação. "Ele era médico do Exército", disse o delegado. Turnowski explicou que tanto Jandorro quanto Pereira vão responder por crime de aborto, e as sete mulheres, por crime de deixar fazer aborto.
A operação na Clínica Maxwell foi a segunda do tipo em menos de um ano. No dia 20 de novembro do ano passado, a polícia fechou o Centro Médico Santo André, na Rua Mariana, em Botafogo, zona sul. Na ocasião, foram presos um médico, três enfermeiras, um segurança e cinco mulheres. Foi encontrado um feto dentro de um vidro e instrumentos usados em abortos. Havia também paredes falsas, que ligavam a clínica ao prédio ao lado. Quinze mulheres estavam no prédio, cinco das quais já haviam passado pela intervenção cirúrgica e dez aguardavam pelo atendimento. Polícia fecha clínica de aborto no Rio Por Murilo Fiuza de Melo
Rio, 24 (AE) - Policiais da Corregedoria Geral da Polícia Civil estouraram hoje à tarde a Clínica Maternidade Maxwell, na Tijuca, zona norte do Rio, onde eram feitos abortos clandestinos há pelo menos dez anos. Na operação, foram presas 25 pessoas, entre funcionários e enfermeiros, e sete mulheres que já haviam passado pela intervenção cirúrgica. A clínica foi descoberta através de uma denúncia anônima à Ouvidoria de Polícia Civil, feita há uma semana. Os abortos eram feitos sob os olhos do sargento da PM Agostinho da Cunha e do cabo José Gonçalves de Azevedo, que faziam segurança do local. Os dois também foram presos e levados para à sede da corregedoria.
Segundo o delegado Allan Turnowski, que comandou a operação, os preços por aborto variavam de R$ 500 até R$ 1,5 mil de acordo com o mês de gestação e a complexidade da gravidez. A clínica realizava até 20 cirurgias por dia. "Apesar de oferecer serviços de obstetrícia, ginecologia e maternidade, a clínica só fazia aborto", afirmou o delegado, que calculou que o movimento financeiro era de, pelo menos, R$ 180 mil por mês.Os policiais chegaram a Maxwell às 15h30 e prenderam em flagrante o dono da clínica Roberto de Moura Jandorro, 2º tenente reformado do Exército, e o médico José Eduardo Ribeiro Pereira. Os dois estavam em uma apertada sala de cirurgia, no segundo andar da clínica, realizando aborto em uma mulher. No local, haviam ainda mais três mulheres recém-operadas em repouso.
"Outras três foram presas no andar térreo, trocando de roupa, e a última estava tomando banho no banheiro", contou Turnowski. No local foram presos oito sugadores e um triturador. Todo o material foi levado para perícia. Os policiais recolheram ainda material - possivelmente de bebês - para ser submetido à exame no Instituto Médico-Legal (IML). Cabia ao dono da clínica, que é cego do olho esquerdo, fazer o exame de toque nas grávidas
para identificar o tempo de gestação. "Ele era médico do Exército", disse o delegado. Turnowski explicou que tanto Jandorro quanto Pereira vão responder por crime de aborto, e as sete mulheres, por crime de deixar fazer aborto.
A operação na Clínica Maxwell foi a segunda do tipo em menos de um ano. No dia 20 de novembro do ano passado, a polícia fechou o Centro Médico Santo André, na Rua Mariana, em Botafogo, zona sul. Na ocasião, foram presos um médico, três enfermeiras, um segurança e cinco mulheres. Foi encontrado um feto dentro de um vidro e instrumentos usados em abortos. Havia também paredes falsas, que ligavam a clínica ao prédio ao lado. Quinze mulheres estavam no prédio, cinco das quais já haviam passado pela intervenção cirúrgica e dez aguardavam pelo atendimento. Polícia fecha clínica de aborto no Rio Por Murilo Fiuza de Melo
Rio, 24 (AE) - Policiais da Corregedoria Geral da Polícia Civil estouraram hoje à tarde a Clínica Maternidade Maxwell, na Tijuca, zona norte do Rio, onde eram feitos abortos clandestinos há pelo menos dez anos. Na operação, foram presas 25 pessoas, entre funcionários e enfermeiros, e sete mulheres que já haviam passado pela intervenção cirúrgica. A clínica foi descoberta através de uma denúncia anônima à Ouvidoria de Polícia Civil, feita há uma semana. Os abortos eram feitos sob os olhos do sargento da PM Agostinho da Cunha e do cabo José Gonçalves de Azevedo, que faziam segurança do local. Os dois também foram presos e levados para à sede da corregedoria.
Segundo o delegado Allan Turnowski, que comandou a operação, os preços por aborto variavam de R$ 500 até R$ 1,5 mil de acordo com o mês de gestação e a complexidade da gravidez. A clínica realizava até 20 cirurgias por dia. "Apesar de oferecer serviços de obstetrícia, ginecologia e maternidade, a clínica só fazia aborto", afirmou o delegado, que calculou que o movimento financeiro era de, pelo menos, R$ 180 mil por mês.Os policiais chegaram a Maxwell às 15h30 e prenderam em flagrante o dono da clínica Roberto de Moura Jandorro, 2º tenente reformado do Exército, e o médico José Eduardo Ribeiro Pereira. Os dois estavam em uma apertada sala de cirurgia, no segundo andar da clínica, realizando aborto em uma mulher. No local, haviam ainda mais três mulheres recém-operadas em repouso.
"Outras três foram presas no andar térreo, trocando de roupa, e a última estava tomando banho no banheiro", contou Turnowski. No local foram presos oito sugadores e um triturador. Todo o material foi levado para perícia. Os policiais recolheram ainda material - possivelmente de bebês - para ser submetido à exame no Instituto Médico-Legal (IML). Cabia ao dono da clínica, que é cego do olho esquerdo, fazer o exame de toque nas grávidas
para identificar o tempo de gestação. "Ele era médico do Exército", disse o delegado. Turnowski explicou que tanto Jandorro quanto Pereira vão responder por crime de aborto, e as sete mulheres, por crime de deixar fazer aborto.
A operação na Clínica Maxwell foi a segunda do tipo em menos de um ano. No dia 20 de novembro do ano passado, a polícia fechou o Centro Médico Santo André, na Rua Mariana, em Botafogo, zona sul. Na ocasião, foram presos um médico, três enfermeiras, um segurança e cinco mulheres. Foi encontrado um feto dentro de um vidro e instrumentos usados em abortos. Havia também paredes falsas, que ligavam a clínica ao prédio ao lado. Quinze mulheres estavam no prédio, cinco das quais já haviam passado pela intervenção cirúrgica e dez aguardavam pelo atendimento. Polícia fecha clínica de aborto no Rio Por Murilo Fiuza de Melo
Rio, 24 (AE) - Policiais da Corregedoria Geral da Polícia Civil estouraram hoje à tarde a Clínica Maternidade Maxwell, na Tijuca, zona norte do Rio, onde eram feitos abortos clandestinos há pelo menos dez anos. Na operação, foram presas 25 pessoas, entre funcionários e enfermeiros, e sete mulheres que já haviam passado pela intervenção cirúrgica. A clínica foi descoberta através de uma denúncia anônima à Ouvidoria de Polícia Civil, feita há uma semana. Os abortos eram feitos sob os olhos do sargento da PM Agostinho da Cunha e do cabo José Gonçalves de Azevedo, que faziam segurança do local. Os dois também foram presos e levados para à sede da corregedoria.
Segundo o delegado Allan Turnowski, que comandou a operação, os preços por aborto variavam de R$ 500 até R$ 1,5 mil de acordo com o mês de gestação e a complexidade da gravidez. A clínica realizava até 20 cirurgias por dia. "Apesar de oferecer serviços de obstetrícia, ginecologia e maternidade, a clínica só fazia aborto", afirmou o delegado, que calculou que o movimento financeiro era de, pelo menos, R$ 180 mil por mês.Os policiais chegaram a Maxwell às 15h30 e prenderam em flagrante o dono da clínica Roberto de Moura Jandorro, 2º tenente reformado do Exército, e o médico José Eduardo Ribeiro Pereira. Os dois estavam em uma apertada sala de cirurgia, no segundo andar da clínica, realizando aborto em uma mulher. No local, haviam ainda mais três mulheres recém-operadas em repouso.
"Outras três foram presas no andar térreo, trocando de roupa, e a última estava tomando banho no banheiro", contou Turnowski. No local foram presos oito sugadores e um triturador. Todo o material foi levado para perícia. Os policiais recolheram ainda material - possivelmente de bebês - para ser submetido à exame no Instituto Médico-Legal (IML). Cabia ao dono da clínica, que é cego do olho esquerdo, fazer o exame de toque nas grávidas
para identificar o tempo de gestação. "Ele era médico do Exército", disse o delegado. Turnowski explicou que tanto Jandorro quanto Pereira vão responder por crime de aborto, e as sete mulheres, por crime de deixar fazer aborto.
A operação na Clínica Maxwell foi a segunda do tipo em menos de um ano. No dia 20 de novembro do ano passado, a polícia fechou o Centro Médico Santo André, na Rua Mariana, em Botafogo, zona sul. Na ocasião, foram presos um médico, três enfermeiras, um segurança e cinco mulheres. Foi encontrado um feto dentro de um vidro e instrumentos usados em abortos. Havia também paredes falsas, que ligavam a clínica ao prédio ao lado. Quinze mulheres estavam no prédio, cinco das quais já haviam passado pela intervenção cirúrgica e dez aguardavam pelo atendimento. Polícia fecha clínica de aborto no Rio Por Murilo Fiuza de Melo
Rio, 24 (AE) - Policiais da Corregedoria Geral da Polícia Civil estouraram hoje à tarde a Clínica Maternidade Maxwell, na Tijuca, zona norte do Rio, onde eram feitos abortos clandestinos há pelo menos dez anos. Na operação, foram presas 25 pessoas, entre funcionários e enfermeiros, e sete mulheres que já haviam passado pela intervenção cirúrgica. A clínica foi descoberta através de uma denúncia anônima à Ouvidoria de Polícia Civil, feita há uma semana. Os abortos eram feitos sob os olhos do sargento da PM Agostinho da Cunha e do cabo José Gonçalves de Azevedo, que faziam segurança do local. Os dois também foram presos e levados para à sede da corregedoria.
Segundo o delegado Allan Turnowski, que comandou a operação, os preços por aborto variavam de R$ 500 até R$ 1,5 mil de acordo com o mês de gestação e a complexidade da gravidez. A clínica realizava até 20 cirurgias por dia. "Apesar de oferecer serviços de obstetrícia, ginecologia e maternidade, a clínica só fazia aborto", afirmou o delegado, que calculou que o movimento financeiro era de, pelo menos, R$ 180 mil por mês.Os policiais chegaram a Maxwell às 15h30 e prenderam em flagrante o dono da clínica Roberto de Moura Jandorro, 2º tenente reformado do Exército, e o médico José Eduardo Ribeiro Pereira. Os dois estavam em uma apertada sala de cirurgia, no segundo andar da clínica, realizando aborto em uma mulher. No local, haviam ainda mais três mulheres recém-operadas em repouso.
"Outras três foram presas no andar térreo, trocando de roupa, e a última estava tomando banho no banheiro", contou Turnowski. No local foram presos oito sugadores e um triturador. Todo o material foi levado para perícia. Os policiais recolheram ainda material - possivelmente de bebês - para ser submetido à exame no Instituto Médico-Legal (IML). Cabia ao dono da clínica, que é cego do olho esquerdo, fazer o exame de toque nas grávidas
para identificar o tempo de gestação. "Ele era médico do Exército", disse o delegado. Turnowski explicou que tanto Jandorro quanto Pereira vão responder por crime de aborto, e as sete mulheres, por crime de deixar fazer aborto.
A operação na Clínica Maxwell foi a segunda do tipo em menos de um ano. No dia 20 de novembro do ano passado, a polícia fechou o Centro Médico Santo André, na Rua Mariana, em Botafogo, zona sul. Na ocasião, foram presos um médico, três enfermeiras, um segurança e cinco mulheres. Foi encontrado um feto dentro de um vidro e instrumentos usados em abortos. Havia também paredes falsas, que ligavam a clínica ao prédio ao lado. Quinze mulheres estavam no prédio, cinco das quais já haviam passado pela intervenção cirúrgica e dez aguardavam pelo atendimento. Polícia fecha clínica de aborto no Rio Por Murilo Fiuza de Melo
Rio, 24 (AE) - Policiais da Corregedoria Geral da Polícia Civil estouraram hoje à tarde a Clínica Maternidade Maxwell, na Tijuca, zona norte do Rio, onde eram feitos abortos clandestinos há pelo menos dez anos. Na operação, foram presas 25 pessoas, entre funcionários e enfermeiros, e sete mulheres que já haviam passado pela intervenção cirúrgica. A clínica foi descoberta através de uma denúncia anônima à Ouvidoria de Polícia Civil, feita há uma semana. Os abortos eram feitos sob os olhos do sargento da PM Agostinho da Cunha e do cabo José Gonçalves de Azevedo, que faziam segurança do local. Os dois também foram presos e levados para à sede da corregedoria.
Segundo o delegado Allan Turnowski, que comandou a operação, os preços por aborto variavam de R$ 500 até R$ 1,5 mil de acordo com o mês de gestação e a complexidade da gravidez. A clínica realizava até 20 cirurgias por dia. "Apesar de oferecer serviços de obstetrícia, ginecologia e maternidade, a clínica só fazia aborto", afirmou o delegado, que calculou que o movimento financeiro era de, pelo menos, R$ 180 mil por mês.Os policiais chegaram a Maxwell às 15h30 e prenderam em flagrante o dono da clínica Roberto de Moura Jandorro, 2º tenente reformado do Exército, e o médico José Eduardo Ribeiro Pereira. Os dois estavam em uma apertada sala de cirurgia, no segundo andar da clínica, realizando aborto em uma mulher. No local, haviam ainda mais três mulheres recém-operadas em repouso.
"Outras três foram presas no andar térreo, trocando de roupa, e a última estava tomando banho no banheiro", contou Turnowski. No local foram presos oito sugadores e um triturador. Todo o material foi levado para perícia. Os policiais recolheram ainda material - possivelmente de bebês - para ser submetido à exame no Instituto Médico-Legal (IML). Cabia ao dono da clínica, que é cego do olho esquerdo, fazer o exame de toque nas grávidas
para identificar o tempo de gestação. "Ele era médico do Exército", disse o delegado. Turnowski explicou que tanto Jandorro quanto Pereira vão responder por crime de aborto, e as sete mulheres, por crime de deixar fazer aborto.
A operação na Clínica Maxwell foi a segunda do tipo em menos de um ano. No dia 20 de novembro do ano passado, a polícia fechou o Centro Médico Santo André, na Rua Mariana, em Botafogo, zona sul. Na ocasião, foram presos um médico, três enfermeiras, um segurança e cinco mulheres. Foi encontrado um feto dentro de um vidro e instrumentos usados em abortos. Havia também paredes falsas, que ligavam a clínica ao prédio ao lado. Quinze mulheres estavam no prédio, cinco das quais já haviam passado pela intervenção cirúrgica e dez aguardavam pelo atendimento. Polícia fecha clínica de aborto no Rio Por Murilo Fiuza de Melo
Rio, 24 (AE) - Policiais da Corregedoria Geral da Polícia Civil estouraram hoje à tarde a Clínica Maternidade Maxwell, na Tijuca, zona norte do Rio, onde eram feitos abortos clandestinos há pelo menos dez anos. Na operação, foram presas 25 pessoas, entre funcionários e enfermeiros, e sete mulheres que já haviam passado pela intervenção cirúrgica. A clínica foi descoberta através de uma denúncia anônima à Ouvidoria de Polícia Civil, feita há uma semana. Os abortos eram feitos sob os olhos do sargento da PM Agostinho da Cunha e do cabo José Gonçalves de Azevedo, que faziam segurança do local. Os dois também foram presos e levados para à sede da corregedoria.
Segundo o delegado Allan Turnowski, que comandou a operação, os preços por aborto variavam de R$ 500 até R$ 1,5 mil de acordo com o mês de gestação e a complexidade da gravidez. A clínica realizava até 20 cirurgias por dia. "Apesar de oferecer serviços de obstetrícia, ginecologia e maternidade, a clínica só fazia aborto", afirmou o delegado, que calculou que o movimento financeiro era de, pelo menos, R$ 180 mil por mês.Os policiais chegaram a Maxwell às 15h30 e prenderam em flagrante o dono da clínica Roberto de Moura Jandorro, 2º tenente reformado do Exército, e o médico José Eduardo Ribeiro Pereira. Os dois estavam em uma apertada sala de cirurgia, no segundo andar da clínica, realizando aborto em uma mulher. No local, haviam ainda mais três mulheres recém-operadas em repouso.
"Outras três foram presas no andar térreo, trocando de roupa, e a última estava tomando banho no banheiro", contou Turnowski. No local foram presos oito sugadores e um triturador. Todo o material foi levado para perícia. Os policiais recolheram ainda material - possivelmente de bebês - para ser submetido à exame no Instituto Médico-Legal (IML). Cabia ao dono da clínica, que é cego do olho esquerdo, fazer o exame de toque nas grávidas
para identificar o tempo de gestação. "Ele era médico do Exército", disse o delegado. Turnowski explicou que tanto Jandorro quanto Pereira vão responder por crime de aborto, e as sete mulheres, por crime de deixar fazer aborto.
A operação na Clínica Maxwell foi a segunda do tipo em menos de um ano. No dia 20 de novembro do ano passado, a polícia fechou o Centro Médico Santo André, na Rua Mariana, em Botafogo, zona sul. Na ocasião, foram presos um médico, três enfermeiras, um segurança e cinco mulheres. Foi encontrado um feto dentro de um vidro e instrumentos usados em abortos. Havia também paredes falsas, que ligavam a clínica ao prédio ao lado. Quinze mulheres estavam no prédio, cinco das quais já haviam passado pela intervenção cirúrgica e dez aguardavam pelo atendimento. Polícia fecha clínica de aborto no Rio Por Murilo Fiuza de Melo
Rio, 24 (AE) - Policiais da Corregedoria Geral da Polícia Civil estouraram hoje à tarde a Clínica Maternidade Maxwell, na Tijuca, zona norte do Rio, onde eram feitos abortos clandestinos há pelo menos dez anos. Na operação, foram presas 25 pessoas, entre funcionários e enfermeiros, e sete mulheres que já haviam passado pela intervenção cirúrgica. A clínica foi descoberta através de uma denúncia anônima à Ouvidoria de Polícia Civil, feita há uma semana. Os abortos eram feitos sob os olhos do sargento da PM Agostinho da Cunha e do cabo José Gonçalves de Azevedo, que faziam segurança do local. Os dois também foram presos e levados para à sede da corregedoria.
Segundo o delegado Allan Turnowski, que comandou a operação, os preços por aborto variavam de R$ 500 até R$ 1,5 mil de acordo com o mês de gestação e a complexidade da gravidez. A clínica realizava até 20 cirurgias por dia. "Apesar de oferecer serviços de obstetrícia, ginecologia e maternidade, a clínica só fazia aborto", afirmou o delegado, que calculou que o movimento financeiro era de, pelo menos, R$ 180 mil por mês.Os policiais chegaram a Maxwell às 15h30 e prenderam em flagrante o dono da clínica Roberto de Moura Jandorro, 2º tenente reformado do Exército, e o médico José Eduardo Ribeiro Pereira. Os dois estavam em uma apertada sala de cirurgia, no segundo andar da clínica, realizando aborto em uma mulher. No local, haviam ainda mais três mulheres recém-operadas em repouso.
"Outras três foram presas no andar térreo, trocando de roupa, e a última estava tomando banho no banheiro", contou Turnowski. No local foram presos oito sugadores e um triturador. Todo o material foi levado para perícia. Os policiais recolheram ainda material - possivelmente de bebês - para ser submetido à exame no Instituto Médico-Legal (IML). Cabia ao dono da clínica, que é cego do olho esquerdo, fazer o exame de toque nas grávidas
para identificar o tempo de gestação. "Ele era médico do Exército", disse o delegado. Turnowski explicou que tanto Jandorro quanto Pereira vão responder por crime de aborto, e as sete mulheres, por crime de deixar fazer aborto.
A operação na Clínica Maxwell foi a segunda do tipo em menos de um ano. No dia 20 de novembro do ano passado, a polícia fechou o Centro Médico Santo André, na Rua Mariana, em Botafogo, zona sul. Na ocasião, foram presos um médico, três enfermeiras, um segurança e cinco mulheres. Foi encontrado um feto dentro de um vidro e instrumentos usados em abortos. Havia também paredes falsas, que ligavam a clínica ao prédio ao lado. Quinze mulheres estavam no prédio, cinco das quais já haviam passado pela intervenção cirúrgica e dez aguardavam pelo atendimento. Polícia fecha clínica de aborto no Rio Por Murilo Fiuza de Melo
Rio, 24 (AE) - Policiais da Corregedoria Geral da Polícia Civil estouraram hoje à tarde a Clínica Maternidade Maxwell, na Tijuca, zona norte do Rio, onde eram feitos abortos clandestinos há pelo menos dez anos. Na operação, foram presas 25 pessoas, entre funcionários e enfermeiros, e sete mulheres que já haviam passado pela intervenção cirúrgica. A clínica foi descoberta através de uma denúncia anônima à Ouvidoria de Polícia Civil, feita há uma semana. Os abortos eram feitos sob os olhos do sargento da PM Agostinho da Cunha e do cabo José Gonçalves de Azevedo, que faziam segurança do local. Os dois também foram presos e levados para à sede da corregedoria.
Segundo o delegado Allan Turnowski, que comandou a operação, os preços por aborto variavam de R$ 500 até R$ 1,5 mil de acordo com o mês de gestação e a complexidade da gravidez. A clínica realizava até 20 cirurgias por dia. "Apesar de oferecer serviços de obstetrícia, ginecologia e maternidade, a clínica só fazia aborto", afirmou o delegado, que calculou que o movimento financeiro era de, pelo menos, R$ 180 mil por mês.Os policiais chegaram a Maxwell às 15h30 e prenderam em flagrante o dono da clínica Roberto de Moura Jandorro, 2º tenente reformado do Exército, e o médico José Eduardo Ribeiro Pereira. Os dois estavam em uma apertada sala de cirurgia, no segundo andar da clínica, realizando aborto em uma mulher. No local, haviam ainda mais três mulheres recém-operadas em repouso.
"Outras três foram presas no andar térreo, trocando de roupa, e a última estava tomando banho no banheiro", contou Turnowski. No local foram presos oito sugadores e um triturador. Todo o material foi levado para perícia. Os policiais recolheram ainda material - possivelmente de bebês - para ser submetido à exame no Instituto Médico-Legal (IML). Cabia ao dono da clínica, que é cego do olho esquerdo, fazer o exame de toque nas grávidas
para identificar o tempo de gestação. "Ele era médico do Exército", disse o delegado. Turnowski explicou que tanto Jandorro quanto Pereira vão responder por crime de aborto, e as sete mulheres, por crime de deixar fazer aborto.
A operação na Clínica Maxwell foi a segunda do tipo em menos de um ano. No dia 20 de novembro do ano passado, a polícia fechou o Centro Médico Santo André, na Rua Mariana, em Botafogo, zona sul. Na ocasião, foram presos um médico, três enfermeiras, um segurança e cinco mulheres. Foi encontrado um feto dentro de um vidro e instrumentos usados em abortos. Havia também paredes falsas, que ligavam a clínica ao prédio ao lado. Quinze mulheres estavam no prédio, cinco das quais já haviam passado pela intervenção cirúrgica e dez aguardavam pelo atendimento.

mockup