Agentes do Instituto de Criminalística da Polícia Civil de Londrina fizeram, na tarde de ontem, a reconstituição da morte do empresário Júlio César Marino, ocorrido no dia 18 de dezembro dentro do quintal da casa dele, na área central da cidade. O dono do grupo Cotam - Café Itamaraty e outros empreendimentos -, que tinha 54 anos idade, foi assassinado com quatro tiros à queima-roupa.
O delegado-chefe, Vanderci Corral Fernandes, acompanhou a reconstituição e disse que não há pistas do assassino, apesar de investigações ininterruptas nestes dois meses. ‘‘Infelizmente, o retrato-falado do criminoso não surtiu efeito; surgiram alguns suspeitos, mas as investigações ainda não nos levaram ao assassino. A reconstituição é importante porque tira dúvidas sobre como o crime foi cometido’’, comentou sem entrar em detalhes.
De acordo com o sub-chefe da Criminalística, Geraldo Gonçalves de Oliveira Filho, os estudos e computadorização gráfica sobre os dados coletados durante a reconstituição ficarão prontos em duas semanas. ‘‘Não dá para adiantar nada agora, porque precisamos fazer análises. Mas coletamos dados importantes, detalhes que ajudarão a polícia saber exatamente como o crime aconteceu’’, garantiu.

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