Polícia Científica reforça tese de perita
Curitiba - Pela primeira vez desde que ocorreu uma reviravolta no caso Tayná, a Polícia Científica falou sobre o crime. Segundo o diretor-geral do órgão, Leon Grupenmacher, tecnicamente a violência sexual contra a adolescente de 14 anos está descartada. Ele não quis dar mais detalhes sobre o exame porque o caso segue em segredo de Justiça. A hipótese havia sido levantada pela perita Jussara Joeckel, do Instituto de Criminalística, no dia 2 de julho, quatro dias após o corpo ter sido encontrado. No mesmo dia também foi anunciado que o sêmen encontrado na calcinha da vítima não batia com os materiais genéticos dos quatro suspeitos inicialmente presos.(Reportagem Local)





