São Paulo, 4 (AE) - O estudante Mateus da Costa Meira disparou a metralhadora que carregou para o cinema, ontem à noite, logo depois de uma cena violenta do filme "Clube de Luta", que estava sendo exibido na sala 5 do Shopping Morumbi.
Mateus estava sentado na quarta fileira. No filme, que é bastante violento, começava a ser exibida uma cena em que um personagem ameaça o chefe de disparar uma metralhadora dentro do escritório. Neste momento, Mateus foi até o banheiro, atirou no espelho, voltou para a sala e, logo após acostumar-se ao escuro, acionou a submetralhadora de 9 milímetros.
A polícia calcula que foram disparados 70 tiros. Seis pessoas foram feridas e duas mortas. As vítimas fatais são Fabiana Lobão Freitas, de 25 anos, e Júlio Maurício Zemartis, de 28. A pessoa que vendeu a metralhadora, Marcos Paulo de Almeida, também está preso no 96º Distrito Policial.
Durante depoimento de três horas, nesta madrugada, Mateus disse que escolheu o cinema do Mobrumbi por ser um local longe de sua casa, em Santa Cecília. Ele foi até o shopping e táxi, pagando R$ 30,00 pela corrida. Mateus é baiano e mora sozinho em São Paulo, onde cursa o 6º ano de medicina na Santa Casa de Misericórdia.
Os pais do estudante já saíram de Salvador, onde moram. Deolindo Wanderley Meira e Alina da Costa Meira estão se dirigindo a São Paulo e a expectativa é de que eles passem pelo 96º Distrito Policial, onde o filho está detido.
O delegado Olavo do Reino Francisco está mantendo Mateus numa cela isolada por temer a ação dos demais presos. Segundo ele, a delegacia tem capacidade para 30, mas já tem 63 detidos. O delegado explicou que pela manhã os outros presos ficaram inquietos com a presença do estudante. Ele deverá ser transferido para um local ainda não determinado até amanhã. Polícia calcula que estudante tenha disparado 70 tiros por Marli Olmos e Denise Ramiro
São Paulo, 4 (AE) - O estudante Mateus da Costa Meira disparou a metralhadora que carregou para o cinema, ontem à noite, logo depois de uma cena violenta do filme "Clube de Luta", que estava sendo exibido na sala 5 do Shopping Morumbi.
Mateus estava sentado na quarta fileira. No filme, que é bastante violento, começava a ser exibida uma cena em que um personagem ameaça o chefe de disparar uma metralhadora dentro do escritório. Neste momento, Mateus foi até o banheiro, atirou no espelho, voltou para a sala e, logo após acostumar-se ao escuro, acionou a submetralhadora de 9 milímetros.
A polícia calcula que foram disparados 70 tiros. Seis pessoas foram feridas e duas mortas. As vítimas fatais são Fabiana Lobão Freitas, de 25 anos, e Júlio Maurício Zemartis, de 28. A pessoa que vendeu a metralhadora, Marcos Paulo de Almeida, também está preso no 96º Distrito Policial.
Durante depoimento de três horas, nesta madrugada, Mateus disse que escolheu o cinema do Mobrumbi por ser um local longe de sua casa, em Santa Cecília. Ele foi até o shopping e táxi, pagando R$ 30,00 pela corrida. Mateus é baiano e mora sozinho em São Paulo, onde cursa o 6º ano de medicina na Santa Casa de Misericórdia.
Os pais do estudante já saíram de Salvador, onde moram. Deolindo Wanderley Meira e Alina da Costa Meira estão se dirigindo a São Paulo e a expectativa é de que eles passem pelo 96º Distrito Policial, onde o filho está detido.
O delegado Olavo do Reino Francisco está mantendo Mateus numa cela isolada por temer a ação dos demais presos. Segundo ele, a delegacia tem capacidade para 30, mas já tem 63 detidos. O delegado explicou que pela manhã os outros presos ficaram inquietos com a presença do estudante. Ele deverá ser transferido para um local ainda não determinado até amanhã.

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