São Paulo, 09 (AE) - A polícia abriu na semana passada um inquérito para apurar supostas irregularidades cometidas pelo vereador Osvaldo Enéas (Prona). A investigação está sendo feita pela delegada Juliana Godoy Rodrigues. Enéas é acusado - a partir de gravações que mostram trechos de diálogos entre ele e seus assessores - de reter parte do salário de seus funcionários.
Pelo mesmo motivo estão sendo investigados no Departamento de Polícia do Consumidor (Decon) os vereadores Arselino Tatto (PT), que foi indiciado teve seu sigilo bancário quebrado, Dito Salim (PPB) e o próprio Enéas. Os vereadores Maria Helena (PL) e Maeli Vergniano (sem partido) também são acusados de cometer a mesma irregularidade.

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