Polícia apura ataques a fazenda de Jader
A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o ataque que funcionários da fazenda Chão Preto, do presidente do Senado Jader Barbalho (PMDB), teriam sofrido por um grupo de sem-terra no último dia 14, mesmo dia em que 700 integrantes do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) invadiram pela segunda vez a propriedade. O advogado da fazenda, Edilson Dantas, entrou com uma queixa no dia 18, afirmando que seis cabeças de gado foram mortas pelos sem-terra, que teriam também furado os pneus de uma picape e de um trator. A coordenação do MST nega as acusações. O delegado da Dioe (Delegacia de Investigação e Operações Especiais), Fabiano Amazonas, disse que primeiramente irá ouvir os funcionários da fazenda. Uma vistoria técnica no local deve ser feita nos próximos dias. Já o comandante-geral da Polícia Militar, Mauro Luiz Calandrini, colocou de prontidão 140 soldados do Comando de Missões Especiais para cumprir a reintegração de posse da área. Hoje, o secretário de Segurança Pública, Paulo Sette Câmara, deve se reunir com as Polícias Civil e Militar para discutir o caso.





