Rio, 02 (AE) - O assassino confesso do maestro Armando Prazeres, sequestrado e morto com um tiro na cabeça em 14 de janeiro, Alberto Carlos dos Santos, de 32 anos, foi apresentado hoje pela polícia do Rio. Santos contou que ele e seus comparsas queriam levar o carro e o cartão de crédito de Prazeres. "Dei um tiro no rosto do maestro para ele deixar de fazer gracinha", disse ele ao detetive Antônio Cipriano, da Delegacia de Homicídios . "Ele não parava de falar". Prazeres era descrito pelos amigos como um homem tranquilo e pacífico.
Na quinta-feira, 14 de janeiro, o maestro havia ido buscar o filho de 5 anos na escola, em Laranjeiras, zona sul, quando foi rendido por três homens armados. O corpo do regente da Orquestra Petrobrás Pró-Música foi abandonado no mesmo dia em uma rua de São Cristóvão, na zona norte, e só foi localizado pela família dois dias depois tarde, no Instituto Médico-Legal (IML).
Santos está preso desde o início de fevereiro, mas só agora seu nome foi divulgado, já que a principal testemunha de acusação precisava de proteção da polícia por ser parente do criminoso. Os outros dois comparsas de Santos continuam foragidos.

mockup