Rio - A polícia apresentou ontem Jorge Luís da Silva e o ex-PM Adilson da Silva Pinheiro, acusados do assassinato do deputado Valdeci de Paiva (PSL) em Benfica, na zona norte do Rio de Janeiro. Paiva foi morto por 19 tiros dentro de seu carro.
De acordo com a polícia, eles saíram da prisão para executar o deputado.
O principal suspeito de ser o mandante do crime, o deputado Marcos Abrahão, não foi preso. Seu assessor, Wanderley da Cruz, teria negociado com os assassinos a morte de Paiva.
Cruz, que é vereador de Rio Bonito, assumiu a vaga de Paiva na Assembléia Legislativa.
Segundo a polícia, os acusados foram denunciados por um preso durante audiência na 18 Vara Criminal. O detento disse que fora convidado por Cruz para participar do crime, mas recusou.
O presidente regional do PL, Bispo Rodrigues, integrante da Igreja Universal como o deputado assassinado, elogiou a atuação da polícia. ''Mesmo trazendo a público indícios de policiais envolvidos, (a Secretaria de Segurança) não se nega a dar a sua versão transparente para a sociedade.''

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