Polícia aguarda laudos e fala em novos desdobramentos
A Polícia Civil em Santa Fé (Região Metropolitana de Maringá), que investiga o caso, informou que aguarda laudos do Instituto de Criminalística para concluir o inquérito, porém informou que "segue uma linha de investigação bem consistente" nos últimos dias. O delegado-chefe da 9ª Subdivisão Policial de Maringá, Osmir Ferreira Neves Junior, informou que até ontem não tinha novidades sobre o caso, mas informou via assessoria de imprensa que desdobramentos podem ocorrer nos próximos dias. Segundo ele, nenhum dado pode ser adiantado para não prejudicar as investigações.
A reportagem entrou em contato com o Instituto de Criminalística em Maringá para saber os prazos de divulgação dos laudos, porém a perita chefe Carmem Lúcia Ruiz Schlichting não retornou as ligações. Além da suspeita de ação do tráfico de drogas, que chegou a ser descartada, mas foi reconsiderada pelas autoridades, a polícia também tem outras linhas de investigação. Uma delas considera suspeito um policial militar que teria ameaçado Juninho de morte cerca de seis meses antes do crime por não aceitar o namoro da irmã dele com o rapaz.
O CASO
Os quatro amigos estavam na casa de Juninho no final de semana do dia 7 de março, onde teriam participado de uma festa, quando desapareceram. Ele tinha se mudado para Flórida (Região Metropolitana de Maringá) havia oito meses. Os policiais encontraram sua casa toda desarrumada, indicando a possibilidade de que teria ocorrido uma luta corporal. Dentro da residência foram localizados dois celulares. As roupas estavam espalhadas por vários cômodos, inclusive as sandálias da garota. (C.F.)





