A redução gradual dos cobradores nos ônibus do transporte coletivo em Londrina é motivo de polêmica. Os cerca de 500 funcionários do setor temem perder o emprego com a extinção do cargo. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Londrina (Sinttrol), João Batista da Silva, afirmou que vai entrar com medida judicial inibitória para que as empresas Grande Londrina (TCGL) e Londrisul ‘‘se abstenham’’ de retirar os profissionais das linhas de ônibus. Eles aprovaram, em assembleia, uma greve assim que os veículos começarem a circular sem cobradores
  Segundo o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo de Londrina (Metrolon), Gildalmo Mendonça, a permanência dos cobradores nos ônibus é discutida há cinco anos. Mendonça garante que os cobradores não perderão seus empregos e que as empresas irão capacitá-los para outros funções.
  A Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) é responsável por determinar as linhas que devem trabalhar sem o cobrador. De acordo com André Nadai, diretor-presidente da CMTU, estão sendo realizados estudos técnicos para chegar saber quais as primeiras linhas que perderão os cobradores.


● Ação que será realizada sem pressa, aos poucos

● É um instrumento jurídico que visa proteger os direitos de pessoas que foram prejudicadas em suas propriedades materiais

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