Rio - Os dez PMs da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha acusados de matar o ajudante de pedreiro Amarildo Souza, 43 anos, em julho deste ano, já se apresentaram ao Comando da Polícia Militar. Entre os policiais que tiveram a prisão preventiva decretada sexta-feira está o major Edson Santos, ex-comandante da UPP. Eles seriam encaminhados para exame de corpo de delito e, em seguida, para o Batalhão Especial Prisional. De acordo com a denúncia do Ministério Público do Rio, Amarildo teria sido torturado pelos policiais e morreu em decorrência das lesões. Depois, os PMs ocultaram o corpo.

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