Os dois policiais militares acusados da morte de Maria Cristina Gomes Rangel, de 40 anos, grávida de nove meses, e de seus filho Felipe, de 4, foram indiciados ontem por homicídio e lesões corporais. A família foi metralhada a caminho da maternidade, dia 16, no Rio.
O delegado da 40ª DP (Honório Gurgel), Otílio Bezerra, não acreditou no depoimento do sargento Joel Evaristo e do soldado Edilson Vasconcelos, ambos do 9º Batalhão da PM (Rocha Miranda). Eles haviam dito que perseguiam um Del Rey amarelo e deste carro teriam partido os tiros que atingiram o Passat no qual estavam o funileiro Sidney Vieira Lima, de 35 anos, e sua família. Segundo o funileiro, que se recupera de ferimentos à bala no ombro, na região lombar e no pescoço, apenas o carro da polícia o seguia. O caso agora vai ser investigado pela Chefia de Polícia Civil.

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