Curitiba- O Ministério Público (MP) estadual recebeu, ontem, pedido, protocolado pelo Sindicato dos Vigilantes de Curitiba e Região Metroplitana, para investigar as circunstâncias da morte do vigilante João Batista Barbosa, 40 anos, há cerca de 10 dias. Ele teria sido baleado na cabeça e braço, durante tentativa de assalto, no bairro Mercês, em Curitiba, mas o laudo de necropsia do Instituto Médico Legal (IML) apontou que a morte ''foi produzida por lesões encefálicas por fratura de crânio''.
O presidente do sindicato, João Soares, sustenta que Barbosa foi atropelado pelo próprio carro-forte da empresa que trabalhava, durante a fuga. O motorista teria sido orientado a abandonar o local no momento do assalto. Segundo ele, essa seria uma orientação de praxe, repassada por todas as empresas de transporte de valores aos motoristas: que priorizem a segurança do dinheiro, mesmo que para isso seja necessário deixar os colegas para trás. Essa denúncia, acompanhada de um exemplar da cartilha de uma das empresas com as orientações, foi encaminhada ao Ministério Público (MP) do Trabalho. De acordo com Soares, por se tratar de assunto de competência federal (transporte de valores), o MP federal também foi acionado.

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