A PM (Polícia Militar) e a Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança negaram ontem que sabiam da existência de um plano para resgatar Beira-Mar do Batalhão de Choque da Polícia Militar.
''A PM nunca soube do tal plano'', afirmou o major Frederico Caldas, relações-públicas da PM.
O fato foi divulgado anteontem pelo procurador-geral de Justiça do Rio, José MuiÀos PiÀeiro Filho, que disse que as autoridades estaduais sabiam do suposto plano.
O subsecretário de Inteligência, Antônio Freire, afirmou que há indícios de que os atos ocorridos na segunda-feira, quando o comércio e escolas de 36 bairros do Rio e municípios vizinhos não abriram, tenham sido planejados de dentro do Batalhão de Choque, onde também está preso Marco Antônio Tavares, o Marquinho Niterói.
Para ele, os traficantes podem ter utilizado advogados como pombos-correio ou subornado PMs para distribuir as ordens pelas comunidades.

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