Buenos Aires, 21 (AE-ANSA) - O chefe do Exército argentino, general Ricardo Brinzoni, revelou que as Forças Armadas deverão incorporar entre 15.000 e 20.000 jovens cujos soldos seriam acrescentados ao orçamento do Plano Trabalhar, financiado pelo Ministério do Trabalho.
Em 1995, a Argentina aboliu o serviço militar obrigatório e, desde então, o Exército é nutrido por voluntários, em geral jovens sem opção de trabalho que optam pela carreira militar.
Segundo o jornal Clarín, que reproduz uma entrevista com Brinzoni, a idéia do chefe militar conta com o aval do ministro da Defesa, Ricardo López Murphy, e asseguraria a cada um dos aspirantes um salário mensal de 200 dólares, o mesmo que recebe qualquer operário participante do Plano Trabalhar.

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