O setor de Engenharia e Arquitetura do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina (Ippul) conta, atualmente, com apenas sete profissionais. De acordo com informações da prefeitura, o número é insuficiente para a resolução da alta demanda de projetos do órgão municipal. O Executivo argumenta, ainda, que o fato de o Ippul ter poucos servidores capacitados prejudica a formulação e a análise dos projetos que integram o Plano Diretor Participativo do Município. É por isso que a prefeitura tem a intenção de criar 13 novos cargos para o instituto, sendo três engenheiros e dez arquitetos.

Imagem ilustrativa da imagem Planejamento Urbano pode ganhar novos arquitetos e engenheiros em Londrina
| Foto: Arquivo Folha



O projeto de lei que prevê a criação dos novos postos integra a pauta da sessão da próxima terça-feira (7) da Câmara Municipal de Londrina. O Legislativo pretende abrir, durante a sessão, prazo de sete dias úteis para que os vereadores apresentem emendas à referida matéria.

A prefeitura pretende contratar os novos engenheiros e arquitetos entre este e o próximo ano. O projeto de lei protocolado na Câmara não traz informações sobre quanto a criação dos cargos vai custar aos cofres públicos.

Na justificativa anexada à matéria, a prefeitura argumenta que o Ippul precisa de mais funcionários para, principalmente, elaborar novos projetos ao setor de Planejamento Urbano do município. "(O órgão) desenvolve estudos e projetos de natureza técnica nas áreas de mobilidade urbana, trânsito, planejamento urbano e projetos de edificações e espaços públicos. Também é atribuição do Ippul elaborar o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano de Londrina, monitorar a implantação do Plano Diretor Participativo do Município de Londrina e desenvolver estudos, pesquisas, propostas, projetos e planos setoriais necessários à permanente atualização do Plano Diretor", lembra o Executivo no projeto de lei.

De acordo com o município, a contratação de novos servidores vai ajudar o Ippul a elaborar mais projetos e a agilizar a formulação de propostas parcialmente criadas.

No final do ano passado, a prefeitura resolveu o problema de déficit de pessoal da Secretaria de Obras, outro órgão municipal que depende do trabalho qualificado de engenheiros e arquitetos. Projeto de lei que previa a criação de 19 cargos para a autarquia foi aprovado pela Câmara de Vereadores no dia 22 de dezembro.

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