PÍLULAS
CELULAR X CÂNCER
Um recente estudo sobre o uso do aparelho celular, publicado na última edição da revista ''New Scientist'', alerta que apenas cinco minutos de exposição aos sinais de telefonia móvel podem acelerar a divisão celular. O processo ocorre naturalmente durante o crescimento ou renovação de tecidos, mas também pode provocar câncer. O professor Rony Seger, do Instituto Weizmann de Rehovot (Israel), orientou uma equipe de pesquisadores a expor células humanas e de ratos à radiação eletromagnética com frequência similar a de um aparelho celular (porém a um décimo de sua potência). Cinco minutos após a experiência, observou-se a divisão e o crescimento das células.
REMÉDIO DE PERERECA
O que a malária, leishmaniose e infecções causadas por bactérias resistentes a antibióticos têm a ver com uma simples perereca? Para pesquisadores da Universidade de Brasília, o anfíbio ajudará no futuro a combater essas doenças. Ao menos com camundongos, os cientistas obtiveram sucesso na fabricação de uma droga eficaz, utilizando seis tipos de proteínas subtraídas de pele de pererecas.
DIABETE ''CEREBRAL''
Equipe da Escola Médica de Harvard descobriu que a relação entre obesidade e diabetes tipo 2 não está apenas ligada ao pâncreas, mas também ao cérebro. Em estudo divulgado no site da revista Nature, os cientistas relataram que há um grupo de neurônios que detectam a alta do nível de glicose no sangue e determinam a liberação de insulina, que faz com que o açúcar seja absorvido pelas células. Mas uma dieta rica em gordura prejudica o funcionamento desses neurônios, provocando a diabetes 2.
GENETICAMENTE PREJUDICADOS
O consumo de cigarro pode alterar, irremediavelmente, o funcionamento de genes fundamentais do corpo. É o que revela uma pesquisa realizada por cientistas do instituto British Columbia Cancer Research, de Vancouver, divulgada pela revista BMC Genomics. Eles argumentam que seria este o motivo pelo qual ex-fumantes ainda podem desenvolver câncer de pulmão mesmo após muitos anos de ter deixado o cigarro. Isso, no entanto, não deve ser motivo para que os fumantes desistam de largar o vício, alerta a organização anti-tabagista Action on Smoking and Health (ASH).





