Anti-rugas
Cientistas da Escola de Medicina da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, fizeram uma descoberta que deve animar as mulheres. Eles confirmaram, por meio de pesquisas, que os cremes cosméticos contendo vitamina A ajudam a reduzir os efeitos do tempo na pele. A indústria cosmética já anuncia há tempos em suas propagandas que os produtos com retinol - forma pura da vitamina A - ajudam a combater as rugas, mas até então não havia evidência científica sobre essa propriedade. O estudo norte-americano envolveu 36 pessoas, com idade média de 87 anos. Elas foram orientadas a usar um creme com vitamina A debaixo de um dos braços e outro produto sem nenhum componente ativo debaixo do outro. Após 24 semanas, ele enviaram uma amostra da pele para análise. Resultado: o retinol não só melhorou as rugas na maioria dos voluntários, como aumentou os níveis de substâncias importantes para a regeneração da pele.

Sexo X adolescência
A primeira relação sexual das adolescentes não costuma ser com o primeiro namorado. Pelo menos foi o que mostrou uma pesquisa realizada pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. No levantamento, feito no ambulatório de Ginecologia do Adolescente do Hospital das Clínicas de São Paulo e na Casa do Adolescente de Pinheiros, 30% das garotas afirmaram ter transado no primeiro namoro, enquanto 70% não tiveram relação com o primeiro namorado. A pesquisa também mostrou que, das meninas que tiveram relação durante o primeiro namoro, metade esperou entre dois e cinco meses após conhecer o parceiro. Nesse grupo, 55% das adolescentes tinham entre 14 e 16 anos de idade.

Leite de fazenda
Um estudo europeu, que envolveu mais de 15 mil crianças entre cinco e 13 anos de idade, sugere que consumir leite de fazenda pode ajudar a reduzir o risco de asma e de alergia. Os pesquisadores reforçaram que o benefício pode ser maior se o consumo for iniciado no primeiro ano de vida da criança. De acordo com as observações dos cientistas, as crianças que tomavam leite de fazenda e produtos derivados estavam mais protegidas contra asma e alergias, não importando se moravam na cidade ou na zona rural.

Mal da poluição
Fontes oficiais do governo chinês, ouvidas pelo jornal estatal ''China Daily'', afirmam que a poluição da água e do ar é a principal causa de aumento dos casos de câncer naquele país. Segundo um estudo feito pelo Ministério da Saúde da China, o número de mortes por câncer aumentou 21% no ano passado, colocando a doença como principal causa de óbito por lá, seguida por acidente vascular cerebral (AVC) e crises cardiovasculares.

Maçã contra asma
Pesquisadores da Universidade de Aberdeen, na Escócia, descobriram que o consumo de maçã durante a gravidez faz com que os bebês tenham menos chance de desenvolver asma. Para chegar a essa conclusão, os cientistas entrevistaram duas mil grávidas sobre os hábitos alimentares. Após o parto, eles acompanharam as crianças por cinco anos. Foi constatado que as mães que comeram quatro ou mais maçãs por semana estavam menos propensas a ter um filho com asma, em comparação com as que comeram a fruta menos de uma vez por semana. Os cientistas já tinham conhecimento dos benefícios da maçã para o pulmão adulto.

Convívio social
Abelhas que convivem em grandes colônias - ou seja, se socializam mais - estão menos suscetíveis às infecções. E quanto maior a colônia, mais potente são os anticorpos que combatem as doenças. A conclusão é de um estudo conduzido por pesquisadores australianos da Macquarie University. Eles compararam diferentes espécies de abelhas - das mais solitárias às que convivem em imensas colônias. Foi aplicada nessas abelhas uma solução contendo uma bactéria e, após essa ação, os pesquisadores observaram como cada uma reagiu. Apesar de todas terem saído imunes, os cientistas descreveram que as abelhas que tinham convívio social demonstraram um sistema de defesa mais forte. Essa é a primeira vez que um estudo liga a evolução do sistema imunológico com o comportamento social. A secreção que protege as abelhas e outros insetos pode, no futuro, oferecer alternativas aos antibióticos atuais.

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