PÍLULAS
Até os ossos!
Estudos recentes mostraram que o cigarro - seja em fumante ativo ou em passivo - está relacionado à osteoporose. Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Harvard mediram a densidade de minerais nos ossos da bacia de 14 mil pessoas na zona rural da China e verificaram a ocorrência de fraturas e relacionamento do paciente com o fumo. O fumo passivo foi definido como a convivência com uma ou duas pessoas que fumavam todos os dias. Um outro estudo da Universidade de Gotenburgo (Suécia), analisou mil homens fumantes entre 18 e 20 anos de idade. Os pesquisadores contataram que a densidade óssea da coluna, bacia e do esqueleto como um todo dos fumantes era menor do que a dos não-fumantes.
Nova pílula
Kelly é o nome da pílula anticoncepcional lançada recentemente pelo laboratório Sigma Pharma. Formulada com desogestrel, a medicação promete causar menos efeitos colaterais pois não contém estrogênio. Ela é indicada para mulheres que querem evitar a gravidez em qualquer momento da vida fértil, inclusive durante a amamentação.
Contra depressão
Um estudo publicado na revista ''Archives Of General Psychiatry'' mostra que a droga anestésica ketamina funciona como uma espécie de tratamento relâmpago para a depressão. A pesquisa foi feita por cientistas do ''National Institute of Health em Bethesda'', de Maryland, nos Estados Unidos, e avaliou 17 pacientes com depressão profunda. Estes pacientes haviam sido tratados, sem sucesso, com pelo menos dois tipos de anti-depressivos e os efeitos benéficos da ketamina foram sentidos em menos de duas horas e duraram cerca de uma semana. A pesquisa indica que em 110 minutos, a metade dos pacientes que receberam ketamina mostrou uma redução de 50% nos sintomas e no final do primeiro dia, 71% dos voluntários tiveram sinais de melhora, sendo que 29% deles ficaram livres de sintomas. Os pesquisadores americanos acreditam que a ketamina tem um efeito mais rápido porque age sobre uma proteína diferente, o receptor NMDA, que estaria associada ao aprendizado e à memória. Vários antidepressivos convencionais atuam sobre substâncias presentes no cérebro, como a seratonina e a dopamina.





