PÍLULAS
Viagra é líder de venda
Os medicamentos para tratamento da disfunção erétil estão entre os mais vendidos nas farmácias de todo o país, segundo dados de auditoria da IMS Health divulgados no site da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma). No ano passado, o Viagra (Pfizer) esteve em primeiro lugar na lista de medicamentos mais vendidos, seguido do dorflex, de ação analgésica e relaxante muscular. Em terceiro lugar ficou o Cialis (Lilly), também usado no tratamento da disfunção erétil.
Cialis pelo SUS
Graças a uma decisão judicial, a Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo começa a distribuir, gratuitamente, os remédios Cialis e Viagra. Estes medicamentos, indicados para casos de impotência sexual, passam a integrar uma relação de outras drogas entregues à população por determinação da Justiça.
Coração em risco
Estudo realizado por cientistas da Alemanha chegou a uma conclusão preocupante. Quatro de cada nove vítimas de ataques leves do coração não percebem os sintomas. Para a pesquisa, foram acompanhadas 1.000 pessoas com mais de 55 anos. Mulheres, especialmente as com sobrepeso, pessoas diabéticas ou idosos fazem parte do grupo de risco que mais tem dificuldades para identificar um ataque do coração. Isso, segundo os médicos, aumenta ainda mais as chances de complicações cardíacas no futuro.
Saúde das idosas
Realizada nos Estados Unidos a maior pesquisa do gênero para medir os efeitos dos suplementos de cálcio e vitamina D em mulheres idosas. Durante sete anos, foram acompanhadas 36.282 mulheres entre 50 e 79 anos. Constatou-se que esses produtos oferecem apenas uma proteção limitada contra fraturas ósseas, abrindo uma polêmica em torno de uma questão que era praticamente definitiva para médicos e nutricionistas. Apesar dos resultados, vários especialistas americanos garantem que continuarão a seguir as diretrizes adotadas até então - ou seja, recomendando o uso de suplementos, se necessários, para alcançar os níveis necessários de cálcio e vitamina D. Joel Finkelstein, do Hospital Geral de Massachusetts, publicou um artigo no ''New England Journal of Medicine'' no qual declara que ''é um bom começo, mas as mulheres que correm altos riscos têm que saber que não é suficiente''.
Vítimas do coração partido
Estudo conjunto realizado pelas universidades americanas de Harvard e da Pensilvânia, publicado no ''The New England Journal of Medicine'', faz importante revelação comportamental. A pesquisa analisou registros médicos de 518.240 casais de idosos, durante nove anos. Os especialistas verificaram que o marido ou mulher com uma doença debilitante pode antecipar a morte do cônjuge saudável. Segundo eles, as principais causas seriam o estresse e a perda do companheirismo, ajuda prática, financeira e de outros tipos de auxílio que podem ocorrer quando um dos cônjuges adoece. O pesquisador-chefe da Escola de Medicina de Harvard, Nicholas Christakis, declarou que ''pode-se morrer por causa de um coração partido não só quando seu parceiro morre, mas quando ele fica doente também''.





