PÍLULAS
Especialização em Cuidados Paliativos
Termina amanhã (6) o prazo para inscrições no curso de especialização em Cuidados Paliativos, promovido pelo Departamento de Enfermagem da Universidade Estadual de Londrina (UEL). O curso é dirigido a profissionais da área da saúde, e trata do atendimento a pacientes terminais, buscando uma forma humanizada de cuidar de quem está no fim da vida, bem como de seus familiares. Mais informações fone (43) 3371-2309 ou 3371-2249 ou pelo e-mail [email protected].
Os algodoeiros e a psoríase
No algodoeiro, a função dele é proteger a planta de ataques de insetos. Mas os cientistas da Universidade de Sunderland, na Inglaterra, estudaram o gossipol e descobriram que ele consegue bloquear a proliferação de queratinócitos. Essas células são as principais responsáveis pela descamação da pele de quem tem psoríase.
Câncer e pele atingirá 116 mil em 2006
Divulgada na última semana pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), do Ministério da Saúde, a estimativa de casos de câncer em 2006 para o País aponta o surgimento de 472 mil novos casos. Acredita-se que os de maior incidência serão os de pele não-melanoma (116 mil), mama feminina (49 mil), próstata (47 mil), pulmão (27 mil) e cólon e reto (25 mil).
Amamentação contra a diabete
Cientistas da Universidade de Harvard (EUA) concluíram que, após um ano amamentando, o risco de desenvolver a diabete diminui 15%. Publicado no Jornal da Associação Médica Americana, o estudo concluiu que o efeito de proteção contra o mal pode durar por até 15 anos após o último período de amamentação. Outro dado da pesquisa sugere que, se a mãe amamentar dois filhos, o risco diminui em 33%.
Informação desnecessária e criatividade
Publicado recentemente na revista ''Nature'', um estudo desenvolvido pela Universidade do Oregon (EUA) assegura que a habilidade cerebral de filtragem de informação influi na capacidade de memória visual. Conforme a pesquisa, a informação ''inútil'' é a mais presente no cérebro das pessoas mais criativas que, apesar disso, são mais dispersas.
Solidão é coisa do tempo das cavernas
Um novo estudo conduzido por profissionais da Universidade de Chicago (EUA) e da Universidade Livre de Amsterdã (Holanda) aponta que a solidão pode ser um fator herdado geneticamente desde os tempos das cavernas. Uma avaliação com oito mil gêmeos mostrou que a genética tem grande influência na determinação de um modo de vida mais solitário.
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