Palestra gratuita sobre a alergia
A Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (Asbai) promove no dia 2 de novembro, das 8h30 às 9h30, palestras gratuitas sobre os diversos tipos de alergias. A ação integra a programação do XXXII Congresso Brasileiro de Alergia e Imunopatologia. Várias salas serão destinadas para atender a população nesse horário. Na ocasião, serão abordados temas como alergias respiratórias, de pele, alimentícia, ocular, infecções, imunidade, além de tratamentos e dicas de prevenção. Os interessados podem ir até o local do evento. Não é preciso inscrever-se para participar das palestras, que acontecem no Estação Embratel Convention Center, na Av. Sete de Setembro, 2.775, em Curitiba.

Insulina de longa duração
Acaba de chegar ao mercado brasileiro um novo tipo de tratamento para diabete: a insulina detemir, comercializada pelo nome Levemir TM. De longa duração, a nova insulina não causa ardência na aplicação por causa do seu PH neutro. O medicamento também permite maior controle da glicose e diminui os quadros de hipoglicemia. O Ministério da Saúde estima que 10 milhões de brasileiros sofram de diabete, mas apenas a metade sabe que tem a doença.

Aumenta uso de drogas sintéticas
Na última década, houve um crescimento ''sem precedentes'' no uso de drogas sintéticas. A Organização Mundial de Saúde (OMS) reconhece o esforço dos países para deter a crescente utilização de estimulantes como anfetaminas, mas diz que o jovem tem usado, cada vez mais, pílulas como o ecstasy. Nos países em desenvolvimento, como o Brasil, o consumo desse tipo de droga está principalmente associado aos jovens de maior condição financeira.

HIV se espalha pela África
Os jovens, que não conheceram um mundo sem Aids, estão num dos grupos mais vulneráveis ao HIV. Os principais motivos: drogas injetáveis, prostituição e sexo sem proteção. Dos 10 milhões com a doença, 6 milhões estão na África Subsaariana e 2,2 milhões, na Ásia. Por fatores como casamento forçado, desigualdade de gênero, abuso sexual e tráfico de mulheres, um terço das infectadas têm de 15 a 24 anos.

Doenças crônicas preocupam OMS
Alerta da Organização Muncial de Saúde (OMS): se os governos não tomarem rapidamente medidas para combater doenças crônicas, o número de óbitos deve subir 17% nos próximos dez anos. A entidade pede um esforço mundial no sentido de reduzir em 2% ao ano a taxa de mortalidade provocada por doenças como câncer, diabete, problemas cardiovasculares e respiratórios. Juntas, elas serão responsáveis, somente em 2005, pela morte de 35 milhões de pessoas - o que representa o dobro do registrado por doenças infecciosas, incluindo Aids, tuberculose e malária. Segundo o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério, Jarbas Barbosa, doenças crônicas representam 70% das mortes ocorridas no País.

Vida ativa na internet
Uma dica para o internauta ligado em saúde: no site Viva Ativo é possível encontrar informações sobre qualidade de vida, como estresse, motivação e nutrição. Além disso, o endereço oferece um serviço de acompanhamento para empresas que desejam manter seus funcionários mais saudáveis. Site: www.vivaativo.com.br

Incentivando a doação de órgãos
O governo lançou uma campanha para incentivo à doação de órgãos. Desta vez, o objetivo é alcançar os profissionais de saúde. São eles os responsáveis por fazer a identificação dos potenciais doadores (vítimas de morte cerebral) e notificar esse fato às centrais de transplante, que então informam as famílias sobre a possibilidade de fazer a doação. Porém, isso nem sempre acontece. De acordo com dados do ministério, apenas cerca da metade (47%) dos casos de morte encefálica é notificada às centrais de transplante. E da metade que é notificada, menos ainda chegam efetivamente à doação.

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