Remédios fracionados
As farmácias de todo o País já estão comercializando remédios fracionados. Entretanto, as drogarias ainda não poderão comercializar esse tipo de medicamento. A diferença entre uma farmácia e uma drogaria é que só a primeira pode ter um laboratório de manipulação. Para o consumidor, uma das vantagens é poder receber o remédio na dose certa, sem a necessidade de comprar uma caixa inteira, apenas a quantidade indicada pelo médico.

Vale para o coração, vale para a bexiga
Um marca-passo para controlar a incontinência urinária em mulheres foi o grande destaque da 9 Jornada Paulista de Urologia, realizado em Campos do Jordão. De 15% a 20% das mulheres sofrem do problema, em maior ou menor grau. O aparelho é indicado para pacientes que não conseguem resultados com remédios.

Navegue pelos efeitos colaterais
A Anvisa acaba de colocar as bulas de 570 medicamentos na internet para livre consulta. Com o Bulário Eletrônico (www.anvisa.gov.br/bulas), pacientes e médicos poderão checar informações a qualquer hora do dia sem se preocupar em encontrar os tais papeizinhos no fundo de uma gaveta. E o melhor de tudo: nada de letras miúdas.

A inesquecível pílula da memória
Voluntários estão testando uma pílula que, de acordo com cientistas da Universidade da Califórnia, pode estimular a memória. O criador da droga CX-717, Gary Lynch, afirmou à revista ''New Scientist'' que ela poderia ser usada para recuperar pessoas com cansaço mental ou para tratar pacientes do mal de Alzheimer.

Nascimento e menopausa
Um estudo italiano sugere que a data de nascimento pode influenciar a ocorrência da menopausa. A pesquisa observou 3 mil mulheres e verificou que as que nasceram durante a primavera atingiam a menopausa em média aos 48 anos. A média das nascidas durante o outono foi de 50 anos. O estudo levou em conta fatores como o peso e tabagismo.

Estresse: só um surtinho não dói
Deu no ''British Medical Journal'': segundo um estudo da Sociedade de Longevidade Britânica, coordenado pelo médico Marios Kyiara, pequenos surtos de estresse podem ajudar as pessoas a se manterem jovens e a viver mais tempo, além de reduzir os riscos de artrite, Alzheimer e de Parkinson. Desde que sejam pequenos surtos, claro.

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