PÍLULA
Sono para ativar memória
O melhor meio de não esquecer uma poesia ou um teorema que uma pessoa acaba de aprender pode ser uma simples siesta, consideram cientistas alemães. Suas experiências, publicadas na revista Nature, mostram, que o cérebro resiste melhor durante o sono a tudo o que pode misturar ou alterar uma lembrança recente. O efeito benéfico das siestas na consolidação da memória poderia ter implicações nas atividades de aprendizagem intensiva, como a de línguas estrangeiras. O processo poderia também beneficiar vítimas da síndrome de estresse pós-traumático, ajudando-as a reconfigurar suas lembranças. (France Presse)
Contra ressaca, café
Chega de chazinhos milagrosos ou fórmulas mágicas. Para curar a ressaca típica de um dia após a farra, nada como uma boa xícara de café - ou talvez várias. Ao menos, é o que indica estudo da Universidade Thomas Jefferson (Filadélfia, EUA). Roedores que receberam pequenas doses de etanol tratados com cafeína três horas após a simulação da bebedeira não tiveram dor de cabeça. Os testes não foram realizados em humanos, mas, no nosso caso, diz o estudo, a ingestão de café seria recomendada quatro horas depois de beber, momento em que o nível de acetato no corpo começa a subir. (Folhapress)
Má alimentação e depressão
Ingerir alimentos ricos em gorduras trans e saturadas aumenta riscos de depressão, afirma estudo espanhol. Pesquisas anteriores já vinculavam o consumo de comida rápida a esta doença. Os cientistas que participaram do estudo também demonstraram que alguns produtos, como óleo de oliva, ricos em ácidos-graxos ômega 3, podem combater o risco de doença mental. Autores do estudo, realizado pelas universidades de Navarra e Las Palmas, acompanharam e analisaram a dieta e o estilo de vida de cerca de 12 mil voluntários ao longo de seis anos. (France Presse)
Trânsito aumenta risco de derrame
A exposição ao ruído de trânsito aumenta o risco de derrame em pessoas com 65 anos ou mais, segundo estudo publicado na revista European Heart Journal. Na pesquisa feita com mais de 50 mil pessoas, cada dez decibéis a mais de barulho de trânsito aumenta o risco de derrame em 14%, em média, em todos os grupos etários. Para aqueles abaixo dos 65 anos, o risco não foi estatisticamente significativo. Mas a probabilidade aumentou enormemente no grupo de pessoas com mais de 65 anos, aumentando 27% para cada dez decibéis a mais de barulho. Acima de 60 decibéis, o risco de derrame aumentou ainda mais. Uma rua movimentada pode facilmente gerar níveis de ruído entre 70 e 80 decibéis. (France Presse)





