Música contra dor

O diretor de um projeto da Universidade de Salzburgo, na Áustria, Guenther Bernatzky, revelou em um congresso farmacêutico na cidade austríaca de Saalfelden, que a música clássica pode ter um efeito positivo contra a dor, especialmente a de origem reumática. A um grupo de 65 pacientes que sofriam de dor nas costas, o cientista recomendou a 32 deles que todas as noites ouvissem música relaxante durante 25 minutos, para as 33 pessoas restantes, apenas indicou os tratamentos habituais de fisioterapia. Todos os pacientes deveriam indicar o grau de dor que sofriam numa escala de 10 a 0 pontos, e, entre os que receberam o tratamento musical, as queixas caíram em três semanas de 6,5 a 3,5 pontos, enquanto que no outro grupo a queda foi apenas de 5,9 a 5,3.


Benefício da cerveja

Cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade de Innsbruck, na Áustria, demonstraram através de estudos com células sanguíneas que a cerveja pode bloquear algumas infecções e doenças crônicas. Segundo a pesquisa, as substâncias contidas nos extratos de cevada têm um impacto parecido no organismo ao que se atribui ao vinho tinto, ao chá verde e ao preto, cujo efeito positivo para a saúde, sobretudo nas doenças coronárias, é reconhecido pela medicina. A cerveja parece aumentar a produção da serotonina, o chamado ''hormônio da felicidade'', um neurotransmissor que exerce um papel importante nos estados de ânimo das pessoas, como o humor, a ansiedade, o sonho, a dor, e até o comportamento sexual e alimentar. No entanto, os cientistas ressalvam que o fato de beber cerveja não implica necessariamente a ingestão de álcool, dado que o efeito positivo do sumo de cevada existe também nas versões não alcoólicas.


Iodo e sal contra desnutrição

O relatório ''Recolocando a Nutrição como Central ao Desenvolvimento'', do Banco Mundial, mostra que até um terço das crianças com menos de cinco anos em países em desenvolvimento estão abaixo do peso por causa de má nutrição. O relatório adverte que a desnutrição na infância pode levar a uma redução de até 10% nos ganhos em idade adulta. O Banco Mundial sugere que os países que pretendem combater o problema da desnutrição com mais eficiência se espelhem em experiências de sucesso como a adição de iodo ao sal para combater deficiências no consumo da substância e a distribuição de cápsulas de vitamina A, que ajudam a combater a mortalidade infantil.


Exercício neles!

Estudo britânico publicado no ''International Journal of Obesity'' acabou com a alegria de muitos magrinhos, pois provou que as pessoas magras também precisam se exercitar. A equipe de pesquisadores mediu os níveis do colesterol LDL (chamado de colesterol ruim, que bloqueia as artérias do coração) de um grupo de pessoas e constatou que os magros que se exercitam tinham níveis bons de LDL, mas que magros e obesos que não se exercitam tinham níveis mais altos e semelhantes entre eles. Os pesquisadores concluíram que as pessoas que fazem exercícios estão em melhor forma do que os sedentários e possuem mais chance de não desenvolver doenças cardiovasculares.


Corações feridos

Estudo da Universidade de Utah, nos EUA, envolvendo 150 casais mostra que as brigas entre os casais podem provocar danos ao coração. No entanto, a pesquisa, apresentada em uma conferência da Sociedade Americana Psicossomática, revela que a causa do espessamento e da obstrução das artérias se difere em cada sexo. Nas mulheres, os problemas de circulação acontecem quando elas ou o parceiro demonstram hostilidade um para com o outro. Já nos homens, os danos são causados quando um dos dois quer controlar o companheiro.

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