PÍLULA
Evitar bebês
precoces
A organização não-gorvernamental britânica Tommy realizou um estudo com 900 gestantes e revelou que o antibiótico metronizadole pode antecipar o nascimento dos bebês. A notícia foi divulgada na revista especializada ''International Journal of Obstetrics and Gynaecology''. A medicação tem sido receitada justamente com o propósito contrário - evitar que grávidas dêem à luz a bebês precoces. Segundo a pesquisa, a droga duplica o risco de que o parto ocorra antes do tempo normal, no entanto reduz o risco de que o bebê sofra infecções. O remédio é normalmente receitado para combater casos de vaginose bacteriana, doença que pode levar a partos precoces.
Amamentar: saúde
também para a mãe
As campanhas em favor do aleitamento materno ganharam mais um aliado. Uma pesquisa realizada pela Universidade de Harvard mostrou que amamentar pode reduzir o risco de mães desenvolveram diabete tipo 2. De acordo com o estudo, o ato de amamentar por um ano foi associado a uma queda de 15% nos riscos de desenvolver a diabete. A pesquisa, que analisou 157 mil mulheres em dois estudos separados, mostra que o efeito protetor do ato de amamentar dura cerca de 15 anos após o último período de amamentação da mãe. Ainda segundo o estudo, mulheres que tomam remédios para evitar a lactação aumentam o risco de desenvolver diabete do tipo 2.
Selênio contra
a artrite
O consumo do mineral selênio, que além do solo também pode ser obtido na dieta com a ingestão de cereais, principalmente a castanha-do-pará, além de carne, peixe e ovos, pode combater e prevenir a artrite, doença que ataca as articulações. De acordo com um estudo da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, que analisou 940 voluntários, quem consome pouco selênio está mais propenso a sofrer com inflamações nas articulações.
Benefícios
da aspirina
Um estudo realizado pela Duke University, da Carolina do Norte (EUA), e publicado no ''Journal of the American Medical Association'' indica que o consumo diário de ácido acetilsalicílico, a aspirina, reduz em 32% os riscos de ataques cardíacos em homens e em 17% as chances de derrames cerebrais em mulheres. Os pesquisadores, que analisaram o efeito da droga sobre 95 mil pacientes, concluíram também que o uso de aspirina está associado a um risco significativo de sangramento em ambos os sexos. De acordo com os autores do estudo, os efeitos positivos e negativos desencadeados pela droga devem ser avaliados pelo médico antes da indicação do medicamento para a prevenção primária de doenças cardiovasculares para ambos os sexos.
Dormir pouco retarda
o aprendizado
A falta de um sono repousante e restaurador prejudica o aprendizado, de acordo com um estudo realizado pela Universidade da Califórnia e publicado no ''Journal of Neurophysiology''. A pesquisa, realizada com ratos, mostrou que, ao dormirem metade das horas habituais, os ratos tiveram dificuldade para lembrar o caminho de um labirinto onde haviam sido treinados. Segundo os pesquisadores, o problema está relacionado à falta de novos neurônios.





