O edifício Palace II desabou porque duas de suas pilastras foram construídas para sustentar 230 toneladas, não 480 toneladas como seria necessário. Peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) encarregados de fazer um laudo sobre as razões do desabamento do prédio, no qual morreram oito pessoas, na Barra da Tijuca, no Rio, concluíram que houve erro de detalhamento. Os cálculos estavam corretos, mas houve um engano na hora de repassá-los para as plantas de ferragens. O delegado Carlos Alberto Nunes Pinto, que investiga as causas do desabamento, intimou ontem o ex-deputado Sérgio Naya a depor. O depoimento está marcado para as 13 horas desta quinta-feira, quando o delegado acredita ter o laudo do ICCE, em mãos. Nunes Pinto informou que o ex-deputado mora em Brasília e por isso tem a prerrogativa de não comparecer à delegacia, mas pedir para ser ouvido por carta precatória. (AE)

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