Brasília - O líder do PFL na Câmara, Rodrigo Maia (RJ), entrou ontem no Tribunal de Contas da União (TCU) com uma representação contra quatro contratos da Operação Tapa-Buraco, iniciada segunda-feira pelo governo, que contratou empresas sem licitação para obras emergenciais em 26 mil quilômetros de rodovias federais.
Os contratos questionados por Maia somam R$ 4,1 milhões. Deles, dois referem-se a obras entregues à Delta Construções e os restantes, às empreiteiras Engemim Engenharia e Geologia e Arteleste Construções.
No documento entregue ao TCU, ele invoca a Constituição Federal, pela qual a abertura de crédito extraordinário ''somente será admitida para atender a despesas imprevisíveis e urgentes, como as decorrentes de guerra, comoção interna ou calamidade pública''.(Agência Estado)

mockup